MDB dispensa comando da principal comissão da Câmara; saiba por quê

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Lideranças do MDB avisaram ao novo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que o partido não tem interesse em disputar a presidência do principal colegiado da Casa: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).O motivo é que a legenda mira um cargo considerado mais relevante politicamente, na visão dos emedebistas. O MDB tem preferência por assumir a relatoria do Orçamento de 2026, ano de eleições gerais no Brasil.3 imagensFechar modal.1 de 3Sessão da Comissão Mista de OrçamentoWaldemir Barreto/Agência Senado2 de 3Comissão aprova Orçamento 2022Luciana Lima, Metropoles3 de 3Votação do Orçamento de 2022 na Comissão Mista de Orçamento do Congresso NacionalGeraldo Magela/Agência SenadoNos bastidores, caciques do MDB admitem que dificilmente o partido conseguiria abocanhar tanto a CCJ quanto a relatoria do Orçamento. Por isso, a preferência é pelo posto de relator da peça orçamentária. Leia também Igor Gadelha Lira ressurge em festa com Alckmin, Motta e Gonet e fala de ministério Igor Gadelha Eduardo Cunha na cola de Hugo Motta Igor Gadelha O que Padilha tem dito sobre substituir Nísia no Ministério da Saúde Igor Gadelha Bolsonaristas traçam estratégia contra resistência à anistia no Senado Além do MDB, outros dois partidos estão cotados, nos bastidores, para controlar a CCJ da Câmara ao longo de 2025: o União Brasil e o PP, partido do ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL).Já a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) em 2025, que analisará o Orçamento de 2026, será indicada pelo Senado. O posto deve ficar com o PL, que deve indicar para o posto o senador Wilder Morais (PL-GO).