O projeto-piloto do Drex, moeda digital em desenvolvimento pelo Banco Central, mostrou-se desafiador do ponto de vista tecnológico, e vem demandando um acompanhamento mais intensivo do que o antecipado, disse a autarquia nesta quarta-feira.Ao divulgar relatório da primeira fase do piloto do Drex e uma chamada para a segunda etapa de testes, o BC disse que só avançará nas soluções que garantam privacidade, proteção de dados e segurança das transações.A autarquia revisou diretrizes do projeto-piloto em maio de 2024, quando apontou que as soluções tecnológicas de privacidade testadas até aquele estágio não apresentaram a maturidade necessária para garantir o atendimento de requisitos relacionados à privacidade dos cidadãos.LEIA MAIS: 3 categorias de ações para buscar proteção e retorno no atual cenário econômicoNesta quinta, o BC disse que decidiu não incluir neste momento novos casos de negócio propostos por representantes do mercado na segunda fase do piloto.“O piloto se mostrou desafiante do ponto de vista tecnológico, e vem demandando na segunda fase um acompanhamento mais intensivo do que o antecipado”, disse em nota.“O BC entendeu ainda que as propostas apresentadas não apresentaram diferenciação suficiente em relação aos casos já em teste que justificasse a alocação de recursos necessária para seu acompanhamento.”Na nota, a autoridade monetária disse que o Drex é um projeto que deve aumentar a segurança e a eficiência do Sistema Financeiro Nacional, ressaltando que os passos seguintes de sua elaboração dependerão dos resultados da segunda fase.