Coração, beijo e lágrimas: veja reação de Monique Medeiros após sentença

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Monique Medeiros se emocionou ao interagir com os familiares após o encerramento do julgamento do caso Henry Borel, concluído na madrugada desta quinta-feira (4), no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.Vídeo e imagens registradas após a leitura da sentença mostram a mãe de Henry chorando no plenário. Na gravação, Monique acena para familiares, faz um gesto de coração com as mãos e envia beijos em direção às pessoas que a aguardavam.https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/06/reacao-monique.mp4A interação ocorreu logo após a juíza Elizabeth Machado Louro anunciar a decisão do Conselho de Sentença e proferir a sentença do caso, encerrando um julgamento que durou 11 dias e entrou para a história como o mais longo já realizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.Monique teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo pelos jurados. Ela também foi condenada por omissão diante da tortura sofrida por Henry.Em relação ao homicídio culposo, a magistrada concedeu perdão judicial. Já a pena fixada pelo crime remanescente foi considerada cumprida em razão do período de prisão preventiva.Durante o julgamento, Monique prestou depoimento ao Tribunal do Júri e, pela primeira vez, atribuiu a Jairinho a responsabilidade pelas agressões que resultaram na morte do filho. Em diferentes momentos das sessões, ela também chorou ao acompanhar depoimentos, vídeos e sustentações das partes. Leia Mais Caso Henry Borel: entenda o perdão judicial concedido à Monique Medeiros Henry Borel: "Julgamento bizarro", diz defesa de Jairinho após condenação Henry Borel: Jairinho é condenado a 43 anos e Monique recebe perdão Condenação de Dr. JairinhoNo mesmo julgamento, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, foi condenado na madrugada desta quinta-feira (4) a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos. A decisão foi anunciada pela juíza Elizabeth Machado Louro após 11 dias de julgamento no II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 1 de 30 Acabou, na madrugada desta quinta-feira (4), o 11º dia de julgamento sobre a morte de Henry Borel. • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 2 de 30 O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel, de 4 anos. • Flickr/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 30 Monique Medeiros, mãe da criança, foi condenada por omissão diante da tortura sofrida pelo filho e recebeu pena de 1 ano e 4 meses de detenção. • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 30 Segundo a Justiça, sua pena já foi cumprida e ela recebeu perdão judicial pelo crime de homicídio culposo. • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 5 de 30 As famílias dos acusados acompanharam os 11 dias de julgamento. • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 30 Durante a acusação, o Ministério Público exibiu vídeos e imagens de Henry ao lado do pai, Leniel Borel, incluindo registros das últimas imagens da criança no parquinho de um condomínio durante o último fim de semana antes da morte. • Fickr/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 30 Monique reencontra a família. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 8 de 30 Leniel permaneceu sentado após a condenação. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 30 A partir disso, a defesa de Jairinho sustentou que Leniel teria encontrado uma oportunidade para prejudicar o ex-vereador e responsabilizá-lo pelos acontecimentos posteriores. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 10 de 30 Os jurados  consideraram Jairinho culpado por homicídio duplamente qualificado e por um dos crimes de tortura atribuídos a ele durante o processo. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 11 de 30 Os advogados de Monique exibiram vídeos da criança com a mãe e sustentaram que ela teria sido vítima de violência de gênero e de um relacionamento abusivo. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 12 de 30 Durante o julgamento, Monique acusou Jairinho pela primeira vez pela morte do filho. • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 13 de 30 Jairinho durante julgamento do caso Henry Borel • Divulgação/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 14 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 15 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 16 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 17 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 18 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 19 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 20 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 21 de 30 Henry Borel: Jairinho é condenado a 43 anos e Monique recebe perdão • Fotos: Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 22 de 30 Henry Borel: Jairinho é condenado a 43 anos e Monique recebe perdão • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 23 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Rafael Oliveira/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 24 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Rafael Oliveira/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 25 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 26 de 30 Família de Monique Medeiros comemora perdão • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 27 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 28 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem 29 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 30 de 30 Monique Medeiros foi perdoada pela morte do filho Henry Borel • Brunno Dantas/TJRJ Trocar imagemTrocar imagem visualização default visualização full visualização gridAs imagens registradas no plenário mostram o momento em que a magistrada faz a leitura da sentença que condenou Jairinho por homicídio qualificado, tortura e coação no curso do processo.O julgamento é considerado o mais longo da história do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.Henry Borel: Jairinho é condenado a 43 anos e Monique recebe perdão • Fotos: Brunno Dantas/TJRJDurante a leitura da decisão, a juíza afirmou que o ex-vereador agiu com “violência desproporcional” e demonstrou “rara e desmesurada covardia” contra uma criança de apenas quatro anos. Na sentença, também descreveu Jairinho como uma pessoa capaz de ocultar sua verdadeira personalidade por trás de uma imagem de cordialidade.Henry Borel: Jairinho é condenado a 43 anos e Monique recebe perdão • Brunno Dantas/TJRJAlém da pena em regime inicialmente fechado, o ex-vereador foi condenado ao pagamento de R$ 400 mil por danos morais ao pai de Henry, Leniel Borel.Já Monique Medeiros, mãe da criança, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo. Os jurados reconheceram sua responsabilidade por omissão diante das agressões sofridas pelo filho, e a juíza aplicou perdão judicial em relação ao homicídio culposo. Pelo crime de tortura por omissão, a pena fixada foi considerada cumprida em razão do período de prisão preventiva.O julgamento encerra um processo iniciado após a morte de Henry Borel, em março de 2021, caso que gerou ampla repercussão nacional e levou à criação da chamada Lei Henry Borel, voltada ao fortalecimento da proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica.Não obstante, embora o julgamento do caso Henry Borel tenha chegado ao fim em primeira instância, o processo ainda pode seguir para análise do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro caso sejam apresentados recursos pelas partes.