No II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, o Ministério Público apresentou argumentos para refutar a tese da defesa de Monique Medeiros, nesta quarta-feira (3), durante o décimo dia de julgamento do caso Henry Borel.A promotoria sustenta que a ré tinha conhecimento das agressões sofridas pelo filho, Henry Borel, e optou pela omissão para preservar o relacionamento com Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 1 de 9 À esquerda Dr. Jairinho, à direita Monique Medeiros com o filho Henry Borel • Arte/CNN Trocar imagemTrocar imagem 2 de 9 Monique Medeiros em audiência para ouvir testemunhas do processo sobre a morte do menino Henry Borel • Foto: MARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 9 Monique Medeiros em audiência para ouvir testemunhas do processo sobre a morte do menino Henry Borel • Foto: MARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 9 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN Trocar imagemTrocar imagem 5 de 9 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte de seu filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 9 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e acusada de omissão na morte do filho, instalou tornozeleira eletrônica e seguiu para a prisão domiciliar, conforme estabelecido pela Justiça • CNN Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 9 Prisão do ex-vereador Dr. Jairinho no Caso Henry Borel • ESTADÃO CONTEÚDO Trocar imagemTrocar imagem 8 de 9 Ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, em audiência no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no centro do Rio de Janeiro • Foto: PAULO CARNEIRO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 9 Dr. Jairinho, namorado de Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, após prestar depoimento sobre a morte do garoto de 4 anos • Tânia Rêgo/Agência Brasil Trocar imagemTrocar imagem visualização default visualização full visualização grid Leia Mais Em depoimento, mãe de Henry Borel acusa Jairinho por morte do filho Caso Henry Borel: Monique relata rotina de ciúmes e controle de Jairinho Caso Henry: Ex-enteada de Jairinho relata afogamentos e agressões em júri Contradições e provas técnicasA acusação destacou mensagens da babá Thayná Ferreira que alertavam Monique sobre a violência no apartamento do casal, localizado na Barra da Tijuca, na zona Sudoeste do Rio. Conforme as investigações, Monique permaneceu em um salão de beleza por horas após receber alertas sobre o risco iminente ao menino.O Ministério Público também rebate o argumento de relacionamento abusivo, alegando que a experiência profissional da ré como diretora de escola e sua rede de apoio familiar permitiriam a percepção da realidade e a interrupção das agressões.Foi destacado que ela possuía família e apoio familiar, não sendo uma pessoa desamparada financeiramente ou socialmente. O promotor afirmou que, em casos de abuso, a dependência econômica ou filhos em comum costumam segurar a relação, o que não ocorria, já que o relacionamento com Jairinho era de apenas alguns meses.O promotor afirmou que Monique “ignorou todos os gritos” de Henry, que verbalizava o medo e as agressões.Caso Henry Borel: promotoria chama réus de “psicopata” e “narcisista” Trocar imagemTrocar imagem 1 de 13 Monique Medeiros chora ao receber liberdade provisória em julgamento da morte de filho • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 2 de 13 Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 13 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 13 Jairinho, padrasto de Henry Borel, em julgamento sobre morte de criança • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 5 de 13 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em julgamento da morte do próprio filho • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 13 Na chegada ao Tribunal do Júri, o pai de Henry Borel, Leniel Borel, expressou um misto de gratidão, ansiedade e um forte apelo por justiça. Ele destacou que o julgamento não se trata apenas do nome do seu filho, mas de "o quanto o Brasil está disposto a proteger suas crianças" • Camille Barbosa - CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 13 Juíza em julgamento de Monique Medeiros e Jairinho sobre morte de Henry Borel • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 8 de 13 Conselho de Sentença foi definido no início do julgamento de Monique Medeiros e Dr. Jairinho no Rio de Janeiro • CNN Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 13 Cristiano Medina, atua como advogado e assistente de acusação, representando os interesses de Leniel Borel (pai da vítima) • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 10 de 13 A equipe jurídica busca a absolvição da ré, sustentando a tese de que Monique vivia um relacionamento abusivo com Jairinho e que ele tinha um perfil de vitimar pessoas como ela • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagem 11 de 13 Os advogados do ex-vereador negam as agressões e defendem a tese de que a morte foi acidental • CNN Brasil Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 12 de 13 Ex-vereador do Rio de Janeiro e ex-médico, Jairo Souza Santos Júnior, era o padrasto da criança e é apontado pelas investigações como o autor das agressões físicas que causaram a morte de Henry. • Reprodução Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 13 de 13 Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, esponde pelo crime baseada na omissão relevante, pois, segundo a acusação, tinha conhecimento das torturas sofridas pelo filho e consentiu com a situação. • Jaqueline Frizon/CNN visualização default visualização full visualização gridAndamento do processoO julgamento, presidido pela juíza Elizabeth Machado Louro, fundamenta-se no laudo do IML, que identificou 23 lesões no corpo da criança.Se o conselho de sentença decidir pela condenação com pena superior a 15 anos, a Justiça pode determinar a prisão imediata dos réus.