007 First Light é o novo jogo de ação da IO Interactive, produtora conhecida pelos games da franquia Hitman. Por isso, a parceria entre a criadora do agente 47 e o espião mais famoso da cultura pop parecia óbvia e, não por acaso, não poderia dar mais certo. O título acompanha a história de origem de "Bond, James Bond", e conta de maneira cinematográfica os primeiros passos dele para se tornar um agente do programa 00. Para além de uma história de origem forte, o game pavimenta com primor o caminho para uma possível sequência no mundo dos videogames. E, honestamente, torço por isso.Mesmo que Bond ainda não seja aquele que nos habituamos a acompanhar nos cinemas — afinal, ele é um novato —, tudo que o torna o maior espião do entretenimento está lá. Com gênio forte, martínis luxuosos e um estilo galanteador, o agente 007 certamente também vai te encantar. O TechTudo zerou o game e te conta, a seguir, as nossas impressões.🎮 James Bond: 7 melhores games da franquia 007, segundo o Metacritic📲 Comparador de celulares do TechTudo: conheça os melhores para jogar Free Fire, Fortnite e mais007 First LightArte/TechTudo➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo007 First Light vale a pena?O maior desafio, na minha visão, relacionado a adaptações de filmes ou séries para jogos é a sua duração. Um jogo naturalmente será mais longo que um filme direcionado para o cinema. 007, por exemplo, tem uma campanha linear de quase 12 horas de gameplay. Esse tempo possibilita um desenvolvimento profundo dos personagens, cenários e história. Por outro lado, cria margem para roteiros vazios, que não superam expectativas e não agregam sequer ao universo já consolidado. Contudo, para a minha surpresa, First Light é um impecável contador de histórias. A trama é muito bem amarrada e deixa pouca margem para erros. Os personagens do primeiro ato, como Monroe e Cressida, mesmo que secundários, dão o tom correto para a parte inicial. Falando em coadjuvantes, o que dizer de Greenway, tutor de Bond. A relação entre os personagens não foge do esperado e poucas vezes surpreende. Mesmo assim, a maneira cuidadosa como os desenvolvedores decidiram que esse laço deveria ser criado supera até mesmo a previsibilidade e dá toda a carga dramática que uma história de 007 precisa ter.Já Moneypenny, Q e M, integrantes do Serviço de Inteligência Secreta (SIS) do Reino Unido, acompanham a jornada do espião do início ao fim e, mesmo que contrariados pela forte personalidade de Bond, são fundamentais para dar a força necessária para a psique do agente aflorar.Review | Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõeReview | PRAGMATA encanta com protagonistas carismáticos e combate intenso007 First LightReprodução/Victor BastosE que acerto foi a escolha do irlandês Patrick Gibson para dar vida ao personagem. Ao fechar os olhos, talvez não fosse esse o rosto que imaginaríamos ao imaginar um novo James Bond, mas fato é que o ator conseguiu entregar todo o charme e o fator galã que o espião precisava em sua atuação. A gameplay é outro ponto altíssimo. É uma obra-prima da espionagem, que entrega tudo o que de melhor existe em Hitman - cenários completamente exploráveis, com diversas maneiras de cumprir o objetivo. Para além da lembrança da saga do agente 47, First Light concilia momentos de pura ação, perseguições em alta velocidade e trocas de tiro sufocantes, que remetem à clássica saga Uncharted, com um sistema de hacking digno de Watch Dogs.Honestamente, tinha medo que 007 First Light se tornasse repetitivo, o que seria um pecado para a profundidade dramatúrgica de James Bond no entretenimento. Mas posso garantir que isso não acontece nesse jogaço, que está certamente entre os melhores lançados em 2026. Vale muito o teste!Review | Life is Strange Reunion corrige erros, mas está longe de ser perfeitoReview | Forza Horizon 6 acerta na gameplay e entrega ainda mais velocidade 007 First LightReprodução/Victor BastosHistória de 007 First Light traz fatos novos, mas abraça a tradição de BondA história de 007 First Light se inicia em uma missão na qual James Bond nem deveria estar envolvido. Ainda em treinamento, ele vê o helicóptero em que estava com seus colegas ser abatido durante uma operação, no mínimo, estranha. Ao se deparar com aquela situação, temos o primeiro contato com um traço de personalidade que chama a atenção não apenas do jogador, mas também de M, líder do MI6, o serviço secreto de inteligência do Reino Unido: Bond está disposto a fazer de tudo para salvar vidas, As habilidades do agente são colocadas à prova desde os primeiros momentos da trama. Segundo THEIA, o sistema de inteligência artificial do MI6, ele tinha apenas 1% de chance de concluir a missão com sucesso. Ainda assim, ele consegue, mesmo sem saber exatamente o que estava protegendo, já que todas aquelas informações eram confidenciais. Posteriormente, entendemos que a THEIA talvez não seja tão confiável assim. Desse modo, a trama se desenvolve (sem spoilers por aqui!).É interessante observar a forma como a IO Interactive escolheu contar essa história. Além de funcionar como um prólogo para a trajetória de James Bond, o jogo apresenta um detalhe bastante curioso logo no início: a origem da famosa cicatriz no rosto do personagem.007 First LightReprodução/Victor BastosNos filmes, essa marca nunca recebe grande destaque, mas, nos livros que deram origem ao maior espião da cultura pop, existe uma descrição clara de uma cicatriz no lado direito do rosto de Bond. Pela primeira vez, começamos a entender de onde ela surgiu. Durante o acidente de helicóptero, o personagem sofre um ferimento facial que deixa a marca permanente.É curioso perceber como pequenos detalhes como esse não passaram despercebidos pela equipe de desenvolvimento. Eles acompanham o jogador ao longo de toda a campanha e ajudam a reforçar a conexão entre o jogo e o material original. Há diversas referências espalhadas pela narrativa que certamente agradam aos fãs da franquia. Ao mesmo tempo, tudo é apresentado de forma clara e acessível para quem está tendo seu primeiro contato com o universo de 007.Personagens secundários deveriam ganhar games própriosPara além de Bond, 007 First Light conta com um elenco de personagens bastante carismáticos. Moneypenny, por exemplo, acompanha James Bond em praticamente todas as suas missões. Ela funciona como uma espécie de ponte entre o agente e o centro de inteligência do MI6, fornecendo informações, orientações e suporte estratégico durante as operações. É ela quem tenta manter Bond no caminho certo, embora ele nem sempre esteja disposto a seguir suas recomendações.Já M, citada anteriormente, ocupa a posição de liderança do serviço secreto britânico. Como se espera de alguém à frente de uma organização tão sigilosa, ela é uma figura reservada e cercada por mistérios. Sabemos muito pouco sobre sua vida pessoal ou suas motivações mais profundas. O que fica claro, porém, é que ela enxerga em Bond um potencial que talvez nem ele próprio reconheça. Sua determinação, sua empatia e sua disposição de colocar outras pessoas acima de si mesmo são características que chamam sua atenção desde o início e ajudam a explicar por que ela aposta tanto em seu futuro.Convencer Greenway disso, no entanto, é uma tarefa muito mais complicada. Ex-agente do programa 00, ele possui uma ligação profunda com o projeto e com tudo o que ele representa. Ao longo da campanha, o jogo revela gradualmente os motivos dessa relação tão forte, tornando o personagem cada vez mais interessante. Desde o primeiro momento, Greenway demonstra desconfiança em relação a Bond e questiona constantemente sua capacidade de se tornar um agente 00.007 First LightReprodução/Victor BastosEssa dinâmica entre os dois acaba se tornando um dos aspectos mais interessantes da narrativa. Greenway é, sem dúvida, um dos personagens mais bem desenvolvidos do jogo, e sua relação com Bond evolui de maneira significativa ao longo da história. Ao final da campanha, fica até a sensação de que a IO Interactive poderia explorar ainda mais esse personagem em projetos futuros. Um spin-off focado em seu passado como agente certamente teria potencial.E não é possível falar dos personagens de 007 First Light sem mencionar Monroe e Cressida. Os dois são amigos de Bond e convivem com ele durante os primeiros meses de treinamento para ingressar no programa 00. Mais do que simples colegas, eles ajudam a humanizar o protagonista e oferecem alguns dos momentos mais leves da narrativa. Em uma história marcada por conspirações, espionagem e missões de alto risco, a presença dos dois contribui para construir relações que tornam a jornada de Bond mais envolvente e pessoal.Tutorial de 007 First Light é uma aula que toda a indústria deveria assistirSe no tópico anterior mencionamos Cressida, Monroe e Greenway, é impossível não lembrar de outro elemento fundamental para o sucesso da narrativa: o excelente tutorial de 007 First Light.O prólogo já oferece um pequeno gostinho de como serão as missões de campo de James Bond, mas é importante lembrar que, naquele momento, ele ainda não é um agente secreto. Na verdade, Bond só conquista oficialmente esse status nos momentos finais da campanha. Por isso, as primeiras horas do jogo são dedicadas a algo que poucos títulos conseguem fazer com tanta eficiência: mostrar como um recruta comum é transformado em um agente do programa 00.E o resultado é impressionante. As cerca de duas primeiras horas de gameplay estão entre as melhores experiências de tutorial que já encontrei em um jogo do gênero. A IO Interactive consegue transformar algo que normalmente seria burocrático e cansativo em uma sequência envolvente, dinâmica e extremamente divertida. Ao mesmo tempo em que apresenta os sistemas do jogo, o estúdio utiliza essas missões para desenvolver Bond como personagem e demonstrar o que torna um agente 00 tão especial.007 First LightReprodução/Victor BastosÉ durante esse treinamento que o jogador aprende os fundamentos do combate corpo a corpo, o uso de armas de fogo e as mecânicas de infiltração. Também é nesse momento que o jogo apresenta a forma como os inimigos reagem às ações do jogador e como os diferentes gadgets disponíveis podem ser utilizados para alcançar cada objetivo. Tudo é introduzido de maneira gradual e orgânica, sem interromper o ritmo da narrativa.O mais interessante é que 007 First Light consegue acomodar diferentes estilos de jogo sem jamais parecer limitado a uma única abordagem. Quem prefere avançar de forma silenciosa, observando rotas, distraindo inimigos e utilizando equipamentos de espionagem, encontrará um sistema de stealth bastante competente. Por outro lado, jogadores que gostam de resolver situações de forma mais direta também têm espaço para isso.Pessoalmente, faço parte do segundo grupo e me diverti bastante durante toda a campanha. O combate é responsivo, os confrontos têm ritmo e as ferramentas disponíveis tornam cada situação mais interessante. Mas o grande mérito está justamente na forma como o jogo ensina tudo isso. O aprendizado acontece de maneira tão natural que, em pouco tempo, o jogador sente como se já dominasse aquelas mecânicas há muito mais tempo.Hitman foi inspiração, mas Bond tem charme próprioAo fim do treinamento, o jogador finalmente tem contato com sua primeira missão de espionagem de verdade. E aqui é impossível não lembrar de Hitman, outra franquia desenvolvida pela IO Interactive.Sou particularmente fã da saga do Agente 47 e fiquei muito animado quando descobri que o estúdio seria responsável por trazer James Bond de volta aos videogames. Felizmente, essa expectativa foi recompensada. Um dos elementos que tornam Hitman tão especial é justamente a liberdade oferecida ao jogador. Em vez de seguir um único caminho, cada objetivo pode ser alcançado de diversas maneiras: seja por meio de uma infiltração silenciosa, utilizando veneno, manipulando o ambiente ou provocando situações caóticas que desviem a atenção dos alvos.Hitman é dos mesmos criadores de 007 First LightReprodução/YouTubeEm 007 First Light, essa filosofia de design está presente o tempo todo. A primeira grande missão de espionagem deixa isso bastante evidente. Isso fica claro na possibilidade que o próprio game dá de nós próprios escolhermos os gadgets que queremos usar durante as missões. E eles garantem resultados diversos, como um laser para abrir portas trancadas e um gás que adoece e distrai quem o atingir, meus favoritos.Em determinado momento, por exemplo, eu precisava acessar uma lavanderia que funcionava como área restrita. O jogo sugeria que existiam oportunidades para entrar no local, mas sem indicar exatamente quais eram. Cabe ao jogador observar o ambiente, ouvir conversas, prestar atenção aos detalhes e encontrar sua própria solução para o problema. E essa abordagem combina perfeitamente com a fantasia de ser James Bond. Afinal, um bom espião precisa estar atento a tudo ao seu redor.No meu caso, encontrei pelo menos duas formas de acessar a lavanderia. A primeira envolvia localizar o escritório do proprietário do estabelecimento e encontrar uma senha que liberava a entrada de forma mais direta. A segunda consistia em roubar a chave de uma adega que dava acesso a uma escadaria conectada ao local. Optei pela segunda alternativa porque parecia mais rápida e estava mais próxima da minha posição naquele momento.007 First LightReprodução/Victor BastosO interessante é que, ao terminar a missão, fiquei com vontade de voltar e experimentar o outro caminho apenas para descobrir quais situações e desafios ele apresentaria. Essa sensação de curiosidade constante é uma das maiores qualidades do jogo.A liberdade pode não atingir o mesmo nível de complexidade das melhores fases de Hitman, mas está longe de ser superficial. Em diversos momentos, 007 First Light recompensa a observação, a criatividade e a disposição de explorar o cenário em busca de soluções alternativas. Cada jogador pode abordar os objetivos de maneira diferente, e isso faz com que as missões sejam muito mais interessantes e rejogáveis.Ação intensa equilibra os momentos de infiltraçãoSe por um lado o jogo entrega excelentes momentos de espionagem, por outro ele também entende que James Bond não seria James Bond sem grandes sequências de ação. Em vários momentos, especialmente durante perseguições e confrontos mais intensos, me vi lembrando de Uncharted. Há situações em que toda a preparação e todo o trabalho de infiltração deixam de ser suficientes, e Bond precisa improvisar e sobreviver.Essa alternância constante faz com que a campanha nunca pareça repetitiva. Depois de vários minutos planejando uma infiltração, o jogador pode ser lançado em uma perseguição frenética ou em um tiroteio intenso. Apesar de oferecer múltiplas abordagens em diversos momentos, 007 First Light continua sendo uma aventura essencialmente linear e focada em narrativa, e está sempre encontrando formas de mudar o ritmo e apresentar novos desafios.007 First LightReprodução/Victor BastosO combate de 007 First Light também merece destaque e pode ser dividido em duas frentes bem distintas: os confrontos com armas de fogo e o combate corpo a corpo. Ambos funcionam muito bem e ajudam a reforçar a identidade do personagem dentro da experiência proposta pela IO Interactive.Começando pelas armas de fogo, existe um detalhe que me chamou bastante atenção. James Bond não é um personagem que simplesmente sai atirando em qualquer pessoa que cruza seu caminho. Afinal, ele representa o governo britânico e carrega consigo a responsabilidade de um agente secreto. O jogo traduz essa característica de forma interessante ao limitar os momentos em que o combate letal realmente faz sentido dentro da narrativa. Na maior parte do tempo, a violência surge como consequência de situações em que Bond está sob ameaça direta ou quando a missão exige uma resposta mais agressiva.Quando esses momentos acontecem, o sistema de tiro mostra bastante competência. Há uma boa variedade de armamentos, cada um com características próprias. Algumas armas oferecem mais poder de fogo, outras apresentam maior precisão ou cadência de disparos, enquanto certas opções são capazes de neutralizar inimigos com poucos tiros.007 First LightReprodução/Victor BastosOutro aspecto interessante é que o arsenal não fica simplesmente disponível em um menu. Grande parte das armas é obtida diretamente dos inimigos durante as missões, incentivando o jogador a se adaptar constantemente às circunstâncias do cenário e aos equipamentos disponíveis naquele momento.Além disso, a munição é relativamente escassa. Isso faz com que cada disparo tenha peso e impede que o jogador resolva todos os problemas apenas pressionando o gatilho. Em muitos momentos, é necessário pensar cuidadosamente sobre quando atirar, em quem atirar e se vale a pena gastar munição naquela situação específica.Mas talvez a ideia mais criativa do sistema de combate armado apareça justamente quando a munição acaba. Em vez de simplesmente descartar a arma de forma automática, Bond pode utilizá-la como um recurso de improviso, arremessando-a contra o inimigo para criar uma abertura e iniciar imediatamente um confronto corpo a corpo. É um detalhe simples, mas que combina perfeitamente com a personalidade do personagem e com a proposta do jogo.007 First LightReprodução/Victor BastosSe o combate armado é competente, foi no combate corpo a corpo que encontrei alguns dos momentos mais divertidos de toda a campanha.A primeira coisa que chama atenção é o trabalho realizado na destruição dos cenários. Durante as lutas, mesas são quebradas, objetos são derrubados, paredes sofrem impactos e praticamente todo o ambiente reage à violência dos confrontos. Isso faz com que cada briga pareça física, intensa e visualmente interessante.Também merece elogios a responsividade dos controles. Os comandos de esquiva funcionam bem, os contra-ataques são fáceis de executar e as animações transmitem bastante impacto. Socos, chutes, cabeçadas, agarrões e finalizações são muito bem coreografados e ajudam a vender a sensação de estar controlando um agente altamente treinado.Existe uma fluidez muito agradável nos confrontos, especialmente quando o jogador consegue alternar entre esquivas, ataques e interações com o cenário. Em vários momentos, as lutas lembram as sequências de ação mais brutais vistas nos filmes modernos da franquia.Minha principal crítica está relacionada à variedade. Embora o sistema seja divertido durante praticamente toda a campanha, muitos confrontos acabam parecendo semelhantes entre si. Os padrões de esquiva são relativamente simples de dominar e, depois de algumas horas, a estrutura básica das lutas começa a se repetir com frequência.Não chega a ser um problema grave, mas é um aspecto que poderia receber mais profundidade em uma eventual sequência. Novos tipos de inimigos, mais movimentos especiais ou mecânicas adicionais poderiam tornar os confrontos ainda mais variados.Ainda assim, o saldo é extremamente positivo. Na verdade, em diversos momentos eu me diverti tanto com o combate corpo a corpo que preferia resolver determinadas situações na troca de socos em vez de optar pela abordagem furtiva. Isso diz muito sobre a qualidade do sistema criado pela IO Interactive.Bond ainda está se construindo, e isso é um acertoNada disso funcionaria tão bem se a IO Interactive não tivesse acertado no elemento mais importante: o próprio James Bond. Esta versão do personagem ainda está aprendendo. Não é o agente experiente que o público conhece de outras histórias, mas alguém que está construindo sua reputação e descobrindo suas próprias capacidades.Ao mesmo tempo, os traços clássicos continuam presentes. O carisma, a confiança, o charme e a fama de conquistador aparecem de forma natural ao longo da aventura, sem parecer fan service. Os martínis, o estilo elegante e as conversas carregadas de duplo sentido se encaixam na narrativa sem forçar a barra. É um Bond em formação, mas inconfundível desde a primeira cena.007 First LightReprodução/Victor Bastos⭐ Nota final: Initial plugin textMais do TechTudoVeja também: CRIMSON DESERT É BOM?? Testamos o jogo por 100 horas!CRIMSON DESERT É BOM?? Testamos o jogo por 100 horas!