A Copa do Mundo de 2026 será marcada por um fenômeno cada vez mais comum no futebol internacional: atletas representando seleções diferentes de seus países de nascimento. Levantamento com as listas oficiais aponta que 258 jogadores disputarão o torneio por nações onde não nasceram. O cenário é resultado de fatores como migração, dupla nacionalidade, herança familiar e processos de naturalização. Das 48 seleções participantes, 40 contam com pelo menos um jogador nascido em outro território. O caso mais emblemático é o de Curaçao. Dos 26 convocados para o Mundial, apenas um nasceu na ilha. Os outros 25 nasceram na Países Baixos, reflexo da ligação histórica entre os dois territórios. Na outra ponta, apenas oito seleções viajarão para a Copa com elencos formados exclusivamente por atletas nascidos em seus próprios países. Entre elas está o Brasil, além de África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Colômbia, Panamá, República Tcheca e Suécia. O levantamento também mostra a presença de brasileiros defendendo outras seleções no torneio. Entre eles estão Matheus Nunes, que representa Portugal, Lucas Mendes, convocado pelo Catar, e Maurício, que defenderá o Paraguai. A tendência evidencia a globalização do futebol moderno, em que laços familiares, trajetórias pessoais e oportunidades esportivas fazem com que cada vez mais atletas escolham representar uma nação diferente daquela em que nasceram. O post Copa do Mundo terá mais de 250 jogadores defendendo países onde não nasceram apareceu primeiro em Vitrine do Cariri.