Vídeo mostra mulher sendo algemada por seguranças do metrô de SP

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Um vídeo gravado por passageiros que estavam na estação Paulista, da Linha 4 – Amarela do metrô, administrada pela ViaMobilidade, registrou o momento em que uma passageira foi algemada por funcionários da segurança após uma briga nas dependências da estação nesta quinta-feira (15).Segundo informações enviadas para a CNN Brasil, uma mulher e seus irmãos teriam reagido a um caso de racismo que passaram, quando funcionários da segurança do metrô pressionaram a mulher no chão e a algemaram.Em um vídeo enviado para a reportagem, é possível ver os seguranças tentando algemar a mulher que teria sofrido racismo, que está descalça e tentando resistir. Veja:https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-15-at-19.05.29.mp4 Leia Mais Vídeo: Homem é preso após tentar roubar celular em frente ao Metrô em SP Metrô de SP divulga novos danos em estações após manifestação MP denuncia vereador e outros 20 por elo com PCC no transporte de SP De acordo com informações de passageiros que estavam na estação no momento do ocorrido, os irmãos da mulher também foram algemados e são menores de idade.SP tem alerta de mais chuva após morte e estragos | CNN NOVO DIAA ViaMobilidade informou que houve a mobilização de um dos envolvidos e outras duas precisaram ser contidas por motivos de exaltação dos envolvidos, que foram encaminhados ao 78º Distrito Policial (DP), onde o caso será apurado.Leia a nota da ViaMobilidade na íntegra:“A Linha 4-Amarela informa que registrou um desentendimento entre clientes na estação Paulista, na noite desta quinta-feira (15). Agentes de Atendimento e Segurança atuaram para conter a situação e, diante da exaltação dos envolvidos, uma pessoa precisou ser imobilizada e duas precisaram ser contidas. Os envolvidos foram encaminhados ao 78º Distrito Policial (DP), onde o caso será apurado.A concessionária repudia qualquer forma de violência e permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com a apuração dos fatos.”A CNN Brasil entrou em contato com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) e a PM (Polícia Militar), mas não obteve retorno até o momento. O espaço segue em aberto.