O candidato à Presidência pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, defendeu na noite desta sexta-feira (16) que os recursos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, usados para financiar o Dark Horse, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), eram “privados” e que não há nada de errado com o patrocínio.“Um filme de um patrocínio privado, para um filme privado sem absolutamente nenhuma contrapartida pelo fato de eu ser senador da República para fazer um filme do Jair Bolsonaro”, disse em entrevista à Globo.“Eu conversei com vários possíveis investidores e ele topou fazer em uma época que ele não tinha absolutamente nada de errado”, prosseguiu.Ao ser questionado sobre a divergência entre o valor que o senador pediu ao ex-banqueiro e a quantia efetivamente gasta com a obra, Flávio disse que a diferença se deu devido a um “contrato que não foi cumprido”.“Era um contrato que não foi cumprido e, com os recursos que foram aportados por ele e mais outros investidores, conseguimos concluir o filme. Simples assim. Uma relação privada, um dinheiro totalmente licito”, completou.Em atualização