Mas, se a esquerda quer nos convencer de algo, precisa saber oferecer um mundo melhor do que o do crime, da corrupção, da inflação e dos velhos chatos da MPB jurando que são o progresso. Um mundo em que dê vontade de viver. Não uma eterna reunião de recursos humanos para saber se fomos feministas, pró-trans e anticoloniais o suficiente.