Flávio reage a pagamentos revelados envolvendo ex-chefe de gabinete de Lula

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Após as revelações de pagamentos feitos pela empresária Roberta Luchsinger ao ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, reagiu as descobertas e criticou Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Como mostrado pela CNN, Luchsinger, amiga de Lulinha, fez pagamentos para o então chefe de gabinete de Lula, o Marcola. Ele ficou no cargo durante todo o atual governo do petista e deixou o posto no dia 21 de julho deste ano. Oficialmente, Marcola deixou o cargo para integrar a campanha de Lula à reeleição, mas fontes relataram à CNN que o real motivo foi a descoberta desses pagamentos.A CNN também mostrou que Marcola admitiu em nota ter recebido recursos de Luchsinger, mas rejeitou haver qualquer ilegalidade. Incerteza sobre vitória de Flávio afasta partidos, aponta especialista Waack: Interesse do STF nas eleições revela luta por poder PoderData: Lula e Flávio são igualmente rejeitados por 49% dos eleitores Em vídeo publicado no X na noite de terça-feira (3), Flávio Bolsonaro repercutiu a revelação e questionou: “Por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde veio o dinheiro?”Marque aquele seu amigo petista que está em negação e mostre a verdade pra ele. pic.twitter.com/09qUNdvXXo— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 4, 2026Em nota, Marcola diz que a transação foi de cunho pessoal e já quitada pela empresária.Na publicação, o candidato do PL também ironizou o adversário do PT na disputa pelo Palácio do Planalto. “Deve ser só uma coincidência o Lula ser pai do Lulinha, o mago das finanças e negócios de cannabis”, disse Flávio.Roberta Luchsinger é amiga de Lulinha. A PF (Polícia Federal) suspeita que um empresário do setor de tecnologia da Dataprev tenha atuado com Lulinha, o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes (conhecido como “Careca do INSS”) e Roberta Luchsinger na tentativa de firmar contratos do governo federal.O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado o relator do pedido da PF para que seja instaurado um terceiro inquérito contra Lulinha. Segundo a PF, esse pedido faz referência à suspeita de tráfico de influência de Lulinha no governo federal em favor de empresas parceiras dele.Na semana passada, a PF pediu e o ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura de dois inquéritos contra o filho do presidente Lula, ambos por tráfico de influência e corrupção, sendo, em tese, um no Ministério da Saúde e outro no Dataprev.