O PSD oficializou, neste domingo (2/8), a candidatura da governadora Raquel Lyra à reeleição em Pernambuco. Presidente estadual da legenda, ela foi lançada durante a convenção do partido no Recife.O partido também confirmou Priscila Krause como vice e oficializou Túlio Gadêlha e Eduardo da Fonte (PP) para as duas vagas de Pernambuco no Senado, completando a chapa de Lyra ao governo no estado.“Me chamam de Mainha, me chamam de tia Quel, me chamam de Racreche… Mainha chegou e mainha veio para ficar. E não é um por um projeto pessoal de poder, mas por um projeto que enxerga o seu povo, que chega onde não chegaram e que tem voltado a transformar Pernambuco no maior líder do nordeste brasileiro”, declarou a governadora.A segunda vaga para a Casa Alta vinha sendo disputada por Miguel Coelho (União Brasil), que retirou sua pré-candidatura nesse sábado (2/8).Em discurso, Raquel Lyra enalteceu o político. “Quero fazer um agradecimento especial a Miguel Coelho, [ele] andou Pernambuco comigo nesses últimos quatro meses, tem legitimidade e já mostrou sua capacidade de trabalho a Pernambuco“, disse. Leia também BrasilGenial/Quaest: Lyra tem 45% e Campos, 39% no 2º turno em Pernambuco BrasilIpespe: em PE, Raquel Lyra tem 47% e João Campos, 45% no 2º turno BrasilPresidente do PT do Recife se licencia para apoiar Raquel Lyra Andreza MataisAposta de Raquel Lyra em investigado por emendas gera crise em PE O ato deste domingo foi realizado um dia depois da convenção que oficializou João Campos (PSB) como candidato ao governo. Os dois chegam ao início da campanha como os principais nomes da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.O ato foi marcado por acenos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e elogios à atuação do governo federal, sem acenos diretos a Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência da República.Disputa com João CamposRaquel entra oficialmente na campanha diante de João Campos, candidato lançado pelo PSB no sábado. Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 28 de julho mostrou Raquel Lyra com 45% das intenções de voto, contra 39% de João Campos. Os dois estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro, de três pontos percentuais.