Pix seguro: 5 configurações do app do banco que ajudam a proteger sua conta

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O Pix tornou as transferências bancárias mais rápidas e práticas, mas também exige alguns cuidados para evitar golpes e acessos indevidos à conta. Embora nenhuma medida impeça todas as fraudes, os apps dos bancos oferecem recursos que ajudam a reforçar a segurança das transações e permitem identificar movimentações suspeitas com mais rapidez. Ajustar os limites de transferência, ativar notificações e revisar os dispositivos autorizados são algumas dessas opções. A seguir, veja cinco configurações que ajudam a proteger sua conta e deixam o Pix mais seguro.🔎Pix: o que conferir antes de apertar 'confirmar' para não cair em golpes📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizarPix seguro: confira dicas de configurações no app do banco que ajudam a proteger sua contaMariana Saguias/TechTudo📝 Celular para idoso: onde comprar? Veja no fórum do TechTudoÍndice: ajustes no app do banco para um Pix mais seguroAjuste os limites diários e noturnos do PixAtivar as notificações do aplicativo do bancoUse senha forte e biometria no app do bancoRevise os dispositivos autorizados e os dados da contaTroque a chave Pix por uma chave aleatóriaDica extra: adote hábitos que deixam o Pix mais seguro1. Ajuste os limites diários e noturnos do PixRevisar os limites de transferência é uma das formas mais simples de reduzir possíveis prejuízos em caso de golpe ou acesso não autorizado à conta. A maioria dos aplicativos permite definir um valor máximo para operações realizadas durante o dia e outro para o período noturno. O ideal é configurar esses limites de acordo com a sua rotina. Se você geralmente faz apenas transferências de menor valor, não há motivo para deixar um limite muito alto disponível o tempo todo.Segundo o Banco Central do Brasil, os próprios clientes podem alterar esses valores pelo app da instituição financeira. Em geral, a redução do limite passa a valer imediatamente, enquanto pedidos de aumento são analisados antes de serem liberados. Essa diferença existe justamente para dificultar alterações feitas por criminosos. A localização desse recurso varia de um banco para outro, mas normalmente ele pode ser encontrado nas áreas de Segurança, Perfil ou Configurações do aplicativo.Ajuste o limite de transferências no Pix para evitar prejuízosLaura Storino/TechTudo2. Ative as notificações do aplicativo do bancoManter as notificações do aplicativo bancário ativadas ajuda a acompanhar as movimentações da conta em tempo real. Sempre que uma transferência via Pix, pagamento ou outra operação é realizada, o usuário recebe um alerta no celular e consegue verificar rapidamente se reconhece aquela atividade.Esse acompanhamento é uma importante camada de segurança, já que permite identificar movimentações suspeitas assim que elas acontecem. Ao perceber uma operação não autorizada, o cliente pode tomar medidas mais rapidamente, como alterar senhas, bloquear acessos e entrar em contato com a instituição financeira pelos canais oficiais.Caso os avisos tenham sido desativados, também vale conferir as permissões do aplicativo nas configurações do smartphone. Em alguns casos, o app do banco está configurado corretamente, mas o sistema do celular impede o envio das notificações.Ative notificações para receber informações sobre qualquer movimentação no PixLaura Storino/TechTudo3. Use senha forte e biometria no app do bancoA segurança do Pix começa antes mesmo da transferência: proteger o acesso ao aplicativo bancário reduz as chances de que terceiros consigam entrar na conta e realizar operações sem autorização. Por isso, o primeiro passo é utilizar uma senha forte e exclusiva, evitando combinações fáceis de descobrir, como datas de nascimento, sequências numéricas ou informações pessoais.Sempre que o banco oferecer essa opção, vale a pena usar a biometria para entrar no app, seja por impressão digital ou reconhecimento facial. Esse recurso adiciona uma camada extra de proteção e dificulta o acesso à conta, mesmo que outra pessoa esteja com o celular em mãos.Também é importante nunca compartilhar senhas, códigos de verificação ou códigos de confirmação enviados pela instituição financeira. Bancos não pedem esse tipo de informação por telefone, WhatsApp, SMS ou redes sociais. Algumas instituições, entre elas o Banco Mercantil, também oferecem recursos adicionais de autenticação e confirmação de operações diretamente no aplicativo.Defina mecanismos de proteções para o app bancárioLaura Storino/TechTudo4. Revise os dispositivos autorizados e os dados da contaOutra configuração importante para a segurança do Pix é acompanhar quais dispositivos têm acesso ao aplicativo bancário. A maioria das instituições permite consultar a lista de celulares e tablets vinculados à conta, geralmente nas áreas de Segurança, Perfil ou Configurações do app.Ao encontrar algum aparelho desconhecido ou que não é mais utilizado, remova a autorização de acesso e, se necessário, altere a senha da conta. Essa medida ajuda a evitar que um dispositivo antigo, perdido ou comprometido continue conectado ao serviço.Aproveite também para revisar informações como número de telefone e endereço de e-mail. Esses dados são usados para confirmar operações, recuperar o acesso ao aplicativo e receber comunicados de segurança. Ao trocar de celular, lembre-se ainda de desvincular o aparelho antigo, caso essa opção esteja disponível.Mantenha os dados cadastrais atualizados no app do bancoMariana Saguias/TechTudo🔎Perdeu o celular ou foi roubado? Saiba como proteger a sua conta bancária5. Troque a chave Pix por uma chave aleatóriaPara quem faz ou recebe Pix de pessoas desconhecidas, utilizar uma chave Pix aleatória pode ser uma forma de reduzir a exposição de dados pessoais. Diferentemente do CPF, número de telefone ou e-mail, esse tipo de chave é formado por uma sequência de caracteres gerada automaticamente pelo sistema do banco.Na prática, isso significa que o usuário não precisa compartilhar informações pessoais para receber uma transferência. A medida ajuda a limitar a quantidade de dados expostos e evita que outras pessoas tenham acesso direto ao CPF, telefone ou e-mail vinculados à conta.Para cobranças ocasionais, vendas pela internet ou transações com pessoas que você não conhece, a chave aleatória ainda é a opção mais indicada. Ela oferece a mesma funcionalidade das demais chaves, mas preserva melhor a privacidade do usuário.Troque a chave Pix por uma aleatória para expor menos seus dadosMariana Saguias/TechTudo6. Dica extra: adote hábitos que deixam o Pix mais seguroAlém das configurações disponíveis no aplicativo do banco, alguns cuidados no dia a dia ajudam a reduzir o risco de golpes e transferências feitas por engano. Antes de confirmar qualquer Pix, confira sempre o nome do destinatário, a instituição financeira e o valor exibido na tela.Essa verificação é importante porque o dinheiro é enviado imediatamente após a autorização da operação. Por isso, se alguma informação estiver diferente do esperado, interrompa a transferência e confirme os dados antes de continuar.Também desconfie de pedidos urgentes de dinheiro recebidos por WhatsApp, SMS ou redes sociais, mesmo quando a mensagem parecer ter vindo de alguém conhecido. Em caso de dúvida, procure a pessoa por outro canal antes de realizar o pagamento.Outro cuidado é nunca fazer Pix para liberar supostos prêmios, brindes, sorteios ou cobranças inesperadas, como falsas taxas de entrega ou regularização. Essas abordagens são comuns em tentativas de golpe.Na hora de acessar o aplicativo do banco, prefira usar a internet móvel ou uma rede Wi-Fi de confiança. Redes públicas, como as disponíveis em aeroportos, shoppings e cafeterias, podem representar riscos adicionais para operações financeiras. Por fim, mantenha o aplicativo do banco e o sistema operacional do celular sempre atualizados. Além de corrigirem falhas, as novas versões costumam trazer melhorias de segurança e mecanismos adicionais de proteção contra fraudes.Hábisto simples podem ajudar a manter os pagamentos via Pix mais segurosLaura Storino/TechTudoEsse conteúdo faz parte do projeto Tech50+, patrocinado por Banco Mercantil.Com informações de Banco Central do Brasil Mais do TechTudo