Ministro da Justiça despacha pedido de Lulinha para apurar vazamentos

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O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, despachou o pedido da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para investigar o suposto vazamento de dados do inquérito da Farra do INSS.Segundo fontes do ministério, os advogados de Lulinha estiveram na sede da pasta na segunda-feira (3/8) e protocolaram formalmente o pedido de investigação, revelado pela coluna.3 imagensFechar modal.1 de 3Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva2 de 3Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é suspeito de atuar para favorecer o Careca do INSSReprodução3 de 3Wellington César Silva, ministro da Justiça e da Segurança PúblicaBRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoApós o protocolo, o ministro da Justiça encaminhou o documento para a Corregedoria-Geral da Polícia Federal (PF), seguindo o mesmo fluxo institucional adotado em casos semelhantes, segundo aliados de Lima e Silva. Leia também Igor GadelhaLulinha pede que PF e MJ apurem vazamento de dados sigilosos Igor GadelhaCúpula do Republicanos condiciona eventual apoio a Flávio a Damares como vice Igor GadelhaIrmão de Bolsonaro declara ao TSE estar R$ 2,9 milhões mais pobre Igor GadelhaApós omitir em 2020, mãe de Flávio declara polêmico apartamento ao TSE De acordo com interlocutores do ministro, ele deve esperar a manifestação da Corregedoria da PF. Caso sejam identificados elementos que indiquem eventual irregularidade, o caso poderá ser objeto de apuração.Como noticiou a coluna, a estratégia da defesa de Lulinha de provocar o Ministério da Justiça não foi por acaso. O objetivo foi fazer com que Wellington se posicione sobre o assunto.Até agora, Wellington vinha tentando se distanciar da disputa entre a PF e o STF, embora a corporação seja subordinada ao ministério. Essa postura incomodou os advogados do Lulinha e integrantes do governo.Além do Ministério da Justiça, a defesa do filho mais velho do presidente Lula acionou diretamente a Corregedoria da PF para pedir a investigação do suposto vazamento de dados sigilosos.O movimento foi uma reação à notícia de que a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria em mãos áudios de Lulinha com a empresária Roberta Luchsinger, também investigada no inquérito da Farra do INSS.