CNN Brasil e Santeria estarão presentes na cobertura do Cannes Lions 2026

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A CNN Brasil e a produtora audiovisual Santeria anunciaram uma cobertura especial do Cannes Lions 2026, considerado o principal festival de criatividade, publicidade e propaganda do mundo.Gravado diretamente da Riviera Francesa, o programa reunirá executivos, especialistas e formadores de opinião presentes no evento para discutir temas que devem moldar o futuro da indústria, como inteligência artificial, inovação e tendências de consumo.A apresentação ficará a cargo de Felipe Luchi, diretor de cena e sócio da Santeria. Em entrevista ao CNN Money, ele explicou que a proposta é aproveitar a presença dos principais líderes do setor para promover debates que vão além dos acontecimentos do festival.Segundo Luchi, o Cannes Lions reúne anualmente os mais importantes executivos globais de agências, anunciantes, empresas de tecnologia e veículos de mídia, e o Brasil ocupa uma posição de destaque nesse cenário.“Nossa ideia é recebê-los para ter uma conversa não apenas sobre o que está acontecendo no festival, mas sobre os temas que ele traz e que serão discutidos pela indústria nos próximos anos”, afirmou. Leia Mais Maersk diz que "ainda é cedo" para avaliar impacto de acordo EUA-Irã Fitch reitera rating "A" para China e prevê crescimento econômico firme Fim da 6x1 traz queda da produtividade a alta de custos, diz BGC Liquidez A cobertura será produzida em um cenário inusitado: um iate ancorado no Porto Velho de Cannes, localizado ao lado do Palácio dos Festivais, tradicional palco das principais atividades do evento. No local, será montado o estúdio do CNN Money, que receberá diariamente convidados para debater assuntos em evidência no festival e na agenda global da comunicação.Além dos temas ligados à inovação, a cobertura também destacará o protagonismo brasileiro na publicidade mundial. Luchi lembrou que o Cannes Lions completa 73 anos de existência e que, ao longo da última década, o Brasil tem figurado entre os países mais premiados do festival, alternando entre a segunda e a terceira posição no ranking global.“O Brasil é uma potência em publicidade. Ao longo da história do festival, o país passou a ter uma participação cada vez mais relevante, até se consolidar entre os principais protagonistas, dividindo o pódio com Inglaterra e Estados Unidos”, destacou.O executivo também ressaltou a crescente presença de brasileiros em posições de liderança nas maiores redes globais de publicidade. Segundo ele, profissionais do país ocupam cargos estratégicos nas agências mais criativas do mundo, especialmente nas áreas de criação, e participam de grande parte dos cases premiados internacionalmente.Para Luchi, essa influência ultrapassa os resultados de negócios e representa uma forma de soft power brasileiro.“Ao chegarem lá, eles levam o nosso jeito de trabalhar e a forma como enxergamos e solucionamos problemas. É um tipo de influência que merece ser celebrado”, afirmou.A inteligência artificial, um dos temas centrais da edição deste ano, também esteve entre os assuntos abordados na entrevista. Questionado sobre o risco de a tecnologia estimular uma “preguiça criativa”, Luchi minimizou a preocupação e argumentou que a qualidade das ideias continua dependendo da capacidade humana de estabelecer conexões autênticas entre marcas e consumidores.“Quem acredita que a inteligência artificial permitirá ser mais preguiçoso na hora de criar está cometendo um erro. O consumidor percebe quando algo é automático ou feito sem cuidado. As marcas precisam transmitir algo genuinamente humano”, avaliou.O programa especial estreia no dia 22 de junho, às 19h, no CNN Money, e contará com a participação de representantes das principais agências e anunciantes do Brasil, incluindo empresas dos setores de telefonia móvel e mercado financeiro, além de executivos de grandes grupos globais de comunicação, como Omnicom, VML e Publicis. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.