AZPL11 lucra R$ 3,7 milhões e mantém galpões com ocupação de 100%

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AZPL11 lucra R$ 3,7 milhões e mantém galpões com ocupação de 100%O Fundo imobiliário (FII) AZPL11 apurou em maio resultado de aproximadamente R$ 3,73 milhões, mantendo a estratégia baseada na combinação de ativos logísticos com crédito imobiliário. A administração descreveu o período como estável para a carteira e informou novos aportes em operações de CRI com recursos provenientes das compromissadas contratadas.Na parcela imobiliária, o portfólio segue com desempenho operacional elevado. Os galpões localizados em Cajamar e Jandira permaneceram 100% ocupados, sustentando a geração recorrente de receitas de locação ao longo do mês.Além da ocupação integral, revisões contratuais já negociadas com os locatários devem começar a refletir nos resultados nos próximos meses, conforme a gestora. Em paralelo, o fundo segue trabalhando nas demais revisionais previstas para 2026, com o objetivo de capturar ganhos adicionais de receita em um ambiente de demanda resiliente por ativos logísticos.Segundo a gestão, a estratégia permanece orientada ao crescimento gradual da renda gerada pelos imóveis, sem abrir mão da estabilidade operacional do portfólio. A ocupação integral dos ativos logísticos é apontada como um vetor importante para a manutenção da receita contratada.Os aportes em CRI anunciados no mês utilizaram recursos das compromissadas contratadas, permitindo avançar nas alocações em crédito imobiliário sem comprometer a dinâmica da carteira. Esse movimento reforça o posicionamento do fundo em instrumentos atrelados a indicadores de referência.Fundo imobiliário: crédito representa 65,6% do patrimônioEnquanto os ativos logísticos contribuem para a previsibilidade das receitas, a maior parte do patrimônio permanece alocada em crédito imobiliário. Atualmente, esse segmento corresponde a 65,6% do patrimônio total do fundo.A carteira de crédito reúne investimentos diretos e indiretos, incluindo a exposição por meio do FII AZPE. De acordo com a gestão, novas movimentações estão programadas para os próximos meses com o objetivo de elevar a rentabilidade consolidada do portfólio.Os ativos de crédito têm retorno-alvo equivalente a CDI + 3,00% ao ano e IPCA + 10,90% ao ano, parâmetros considerados atrativos em um cenário de juros ainda elevados. As alocações priorizam operações que seguem esses referenciais, alinhando a geração de caixa às metas definidas para a carteira.A combinação entre tijolo e crédito segue como pilar para diversificar fontes de renda e diluir riscos, contribuindo para a consistência dos resultados. A administração indica que a execução desse plano busca equilibrar previsibilidade e crescimento da renda ao longo do tempo.Últimos dividendosConforme comunicado ao mercado divulgado nesta semana, o fundo anunciou a distribuição de R$ 0,08 em dividendos por cota. Tiveram direito aos proventos os investidores posicionados ao final do pregão da última sexta-feira, 29 de maio.A partir do próximo pregão, as cotas passaram a ser negociadas na condição “ex-dividendos”. O pagamento ocorreu em 15 de junho de 2026, conforme o cronograma informado pela gestão.Considerando a cotação atual do fundo, o montante distribuído corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,04%. Esse indicador reflete a relação entre o valor pago por cota e o preço de mercado no período de referência.