A Copa do Mundo 2026 conta com algumas novidades em suas regras. Uma delas é informalmente chamada de “Protocolo Vini Jr.”, ou “Lei Vini Jr.”.O nome se dá por conta de um episódio de racismo envolvendo o jogador brasileiro em jogo do Real Madrid contra o Benfica, pela Champions League, no ano passado.Prestianni, argentino do Benfica, cobre a boca com a camisa ao discutir com Vini Jr., que o acusou de racismo • Jesús Álvarez Orihuela/AS Leia Mais Fifa acata pedido da Uefa, pune Prestianni e complica ida do jogador à Copa "Se for culpado, não vou olhar para ele", diz Mourinho sobre Prestianni Palmeiras: Abel critica sociedade em caso de racismo contra Vini Jr. Na ocasião, o argentino Prestianni tapou a boca para falar como Vini Jr., que denunciou racismo. Prestianni foi alvo de puniçãpo disciplinar, caso que ajudou a impulsionar o debate sobre a prática.Presidente do Comitê de Arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina alertou que a entidade adotaria tolerância zero para esse tipo de comportamento. Segundo o ex-árbitro italiano, o gesto é considerado intencional e busca impedir a identificação do conteúdo da conversa, motivo pelo qual passou a ser enquadrado como infração passível de expulsão.Expulsão na CopaO meia Almirón, do Paraguai, tornou-se na madrugada de sexta (19) para sabádo (20) o primeiro jogador expulso na Copa do Mundo de 2026 por infringir a “Lei Vini Jr.”.O lance ocorreu aos 46 minutos do primeiro tempo da partida contra a Turquia. Durante uma discussão com o turco Müldür, o jogador paraguaio colocou a mão na frente da boca enquanto falava com o adversário. A atitude chamou a atenção da arbitragem de vídeo, que recomendou a revisão da jogada.Após analisar as imagens no monitor do VAR, o árbitro decidiu aplicar cartão vermelho direto a Almirón aos 47 minutos da etapa inicial.Endrick supera Vini e Neymar nas buscas em plataforma de estatísticas