A CSN (CSNA3) opera entre as maiores altas do Ibovespa desde o início do pregão desta terça-feira (16) com a possível venda de ativos de infraestrutura. Por volta de 15h (horário de Brasília), CSNA3 subia 1,31% (R$ 6,17). Na máxima intradia, as ações chegaram a registrar alta de 3,28% (R$ 6,29). Acompanhe o Tempo Real. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "CSNA3", "CSNA3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "238ec12"} ); Ao Money Times, a companhia confirmou que deu início ao processo de venda de ativos de infraestrutura e que a iniciativa integra plano de desinvestimentos, anunciado em janeiro.“A CSN entende que não haverá dificuldades em encontrar investidores interessados, uma vez que alguns estão em contato com as instituições financeiras”, afirmou a companhia em nota enviada nesta segunda-feira (15). “A companhia ressalta que os ativos possuem sinergia e são complementares entre si – caso de portos, ferrovia e transportadora rodoviária”, acrescentou. Segundo o Valor Econômico, citando fontes, a CSN quer levantar US$ 1 bilhão com a venda dos ativos. As conversas com investidores estratégicos e financeiros são conduzidas pelo Bradesco BBI e Citi.Entre os ativos à venda estão am operação de terminais portuários no Rio de Janeiro, a participação na empresa de transporte ferroviário de carga MRS e a recém-comprada Tora, de logística.Na avaliação da Genial Investimentos, o desinvestimento de infraestrutura é um “passo genuíno de desalavancagem”. Nas contas do analista Luca Vello, a possível venda reduz a dívida líquida de 3,4 vezes para cerca de 2x, liberando entre R$ 500 e 800 milhões de juros de caixa anual, “mas não é, por si só, a solução”. “O prêmio maior é a redução de risco e a credibilidade do programa completo de R$ 15 a 18 bilhões, que é o que leva a alavancagem para baixo de 2x, nível consistente com a ambição de médio prazo da administração”, afirmou.