O ator Armie Hammer, 39, revelou que se emocionou após receber a primeira oferta para voltar às telas, após polêmicas envolvendo seu nome. Em 2021, ele recebeu acusações de violência sexual, abuso psicológico e fantasias que envolviam canibalismo. O norte-americano negou as acusações e, após processo, a Justiça de Los Angeles, nos Estados Unidos, o absolveu.Em meio às acusações, o protagonista de “Me Chame Pelo Seu Nome” foi abandonado por agentes, por assessores de imprensa, que o acompanhavam no crescimento de sua carreira de sucesso. Hoje, é representado apenas por seu advogado, que o auxilia com contratos. Além do âmbito profissional, o ator chegou a ser cortado da herança do pai após sua morte. Leia mais Kevin Spacey enfrenta mais três acusações de agressão sexual no tribunal Johnny Depp diz que batalha judicial com Amber Heard "foi longe demais" Elenco de "White Lotus" aposta qual será o destino da próxima temporada Em uma tentativa de redenção, ele foi chamado para protagonizar o filme de ação “Citizen Vigilante”, dirigido por Uwe Boll. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele diz ter chorado ao receber o telefonema do diretor. Na entrevista, ele também relatou que estava aceitando qualquer trabalho para voltar a atuar. “Eu teria feito um comercial de ração de gato”, desabafou. “Eu só queria trabalhar de novo.”Após cinco anos afastado, o ator confessou certa insegurança de retornar aos sets de filmagem e diz ter confiado no “sucesso” de sua carreira antes das polêmicas. “Eu estava apavorado até o momento em que Uwe disse ‘ação’ pela primeira vez”, contou.O filme de Owe conta a história de um vigilante que procura criminosos e autoridades corruptas. No enredo, ele é perseguido por um agente da Interpol, que o considera uma ameaça a um esquema de corrupção.Apesar do retorno do ator, “Citizen Vigilante” tem tido dificuldades de distribuição pelo conteúdo supostamente racista. O filme alemão é um longa-metragem de baixo orçamento e representa os criminosos como imigrantes islâmicos e orientais, em propaganda tida como xenofóbica. A estreia está prevista para o dia 19 de junho nos cinemas brasileiros.Entenda o que é o caso Jeffrey Epstein, magnata envolvido em abuso sexual