A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), órgão fiscalizador do transporte aéreo no Brasil, afirmou, nesta segunda-feira (15), que vai investigar se algum dos helicópteros que colidiram no Rio de Janeiro neste domingo (14) realizava possível transporte clandestino de passageiros. A investigação visa identificar se alguma das aeronaves operava em um segmento diferente do autorizado pela Anac, como táxi-aéreo, que é caracterizado transporte aéreo clandestino. A Anac lamentou o ocorrido e apontou que segue com as investigações sobre as causas do acidente que envolvem: levantamento e análise de dados sobre a regularidade das aeronaves, dos pilotos e do tipo de operação realizada. Leia Mais Comércio de frutas e empresário: de quem eram helicópteros que caíram no RJ Veja trajeto de helicópteros que colidiram no ar e caíram em pátio no Rio Aeronave que caiu em BH era de 1979; situação era "normal" A instituição reforçou que atua com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão vinculado ao Comando da Aeronáutica, e a Polícia Civil do Rio. Apesar das investigações, a Anac afirma que as aeronaves estavam regulares para realizar voos na modalidade de aviação privada, ou seja, em benefício exclusivo próprio do operador ou proprietário, não podendo ser remunerados. Vídeo mostra momento da colisão entre helicópteros no Rio de Janeiro; assista | LIVE CNNA agência ainda recomenda que, antes de contratar um transporte de táxi-aéreo, o usuário consulte se a empresa está autorizada a ofertar o serviço e se as aeronaves estão em situação regular.*Sob supervisão de AR.