Brasil precisa ter mais controle, e “surgimento” de Vini Jr é boa notícia

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A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 deixou algumas impressões sobre o funcionamento da equipe de Carlo Ancelotti. A principal delas, de que o Brasil precisa ter mais o controle do jogo.Os primeiros 20 minutos foram de superioridade do Marrocos. Mais do que isso, mostraram a facilidade dos africanos, com rápidas transições, de chegar à área brasileira.Sabia-se que o confronto deste sábado (13) era o principal teste da Seleção na fase de grupos. Ao contrário do que se espera para os duelos contra Haiti e Escócia, o Brasil seria atacado, o que historicamente é raro. Mas essa deve ser a tônica em enfrentamentos com seleções do primeiro escalão, caso aconteçam nesta Copa. Leia Mais Vini Jr., Pelé e mais: quem marcou o primeiro gol do Brasil em cada Copa Copa: Neymar se encontra com lenda da NFL e astro do rap antes de estreia Web reage à escalação de Ancelotti para a estreia do Brasil na Copa Uma solução para ter maior controle pode estar na entrada de mais um meio-campista que dê sustentação ao jogo defensivo, casos de Danilo ou até mesmo Fabinho, acionado no intervalo no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos.Casemiro, sozinho, não é capaz de oferecer essa segurança. Já mais veterano e ainda mais lento, fica sobrecarregado. E com o cartão amarelo levado no primeiro tempo, jogará as próximas partidas pendurado.Por outro lado, o “surgimento” de Vinicius Júnior é uma notícia positiva para a Seleção Brasileira. Cobra-se — e com razão, porque há talento para isso — que o atacante do Real Madrid seja o protagonista da equipe.O gol de empate anotado minutos depois de os marroquinos terem aberto o placar é o tipo de lance de quem tem a capacidade para assumir grandes responsabilidades, especialmente em momentos difíceis, como foram os 45 minutos iniciais.Em uma equipe que clama por um Neymar incerto, a camisa do Brasil pede maior protagonismo de quem já mostrou que pode oferecer isso no mais alto nível. Como Vini Jr no Real Madrid, Raphinha no Barcelona, Bruno Guimarães no Newcastle, Alisson no Liverpool. Nenhum deles, ainda, na Seleção.Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países