Global X lança 3 novos ETFs no Brasil – um deles dedicado a investimentos em defesa

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A Global X, gestora especializada em ETFs globais (fundos de índice negociados na B3 por meio de BDRs), acaba de lançar três novos produtos ao Brasil. Entre eles, está o Defense Tech (SHLD39), que chegou em 27 de maio e oferece exposição à tecnologia de defesa militar, um setor que cresce mundialmente desde 2016.O portfólio chega ao nosso mercado após o mundo destinar cerca de US$ 2,9 trilhões a gastos militares em 2025. Trata-se de uma alta de 2,9% em relação a 2024 e marca o 11º ano consecutivo de aumento. Os números são do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês).Os outros ETFs que acabam de desembarcar na B3 são o Gold Explorers (GOEX39), dedicado a investimentos em ouro, e o MSCI Colombia (COLO39), para investimentos do país latino-americano. Conheça mais a seguir.Saiba mais: Global X oferece 35 ETFs globais no Brasil, com produtos temáticos dedicados a diversos setores da economia e teses de investimento. Conheça mais no siteSHLD39, o ETF para investimentos ligados a tecnologia de defesaEm meio a conflitos em diferentes partes do mundo e aumento das tensões geopolíticas, diferentes governos têm feito cada vez mais investimentos em tecnologias como sistemas de defesa avançados, IA dedicada ao uso militar, drones e infraestrutura.“Nesse contexto, o lançamento do Global X Defense Tech ETF (SHLD39) no Brasil oferece aos investidores acesso direto a um dos temas mais estruturais e resilientes da próxima década“, afirma a gestora.Os Estados Unidos são um bom exemplo do aumento de gastos no setor. O governo federal propôs um aumento no orçamento de defesa para US$ 1,5 trilhão em 2027, além de corte de 10% em outros programas federais. O gasto orçado para 2026 é de cerca de US$ 1 tri.Em meio aos grandes números, se destaca o pedido do Pentágono para ter US$ 54 bilhões em gastos ligados à inteligência artificial em defesa no ano que vem. O número representa alta de 24.000%, de acordo com o jornal The Guardian.Para buscar um bom desempenho no cenário atual, o SHLD39 conta com 49 empresas no portfólio. Além disso, ele busca replicar o índice Global X Defense Tech, composto pelas maiores companhias globais com pelo menos 50% da receita proveniente de tecnologia do setor.O ETF tem rebalanceamento semestral, taxa de administração de 0,50% e oferece exposição a subtemas como IA militar, drones, sensores, cibersegurança, sistemas autônomos e infraestrutura digital de defesa.Negociado fora do Brasil desde novembro de 2023, esse ETF já acumulou alta de 189% desde o seu lançamento.Veja mais: acesse todas as informações sobre o SHLD39, o mais novo BDR de ETF da Global X no Brasil. Clique aquiGOEX39: exposição ao ouro na Bolsa de ValoresO cenário de pressões geopolíticas e incerteza macroeconômica também tem colocado o ouro no centro das atenções dos investidores. O metal precioso renovou diversas vezes suas máximas e atingiu o maior valor da história no início deste ano, quando ultrapassou os US$ 5.100 por onça troy.Somente em 2025, a commodity acumulou avanço de 64%. É possível buscar ganhos por meio do investimento direto, mas há alternativas para quem deseja ir além.“Em um ambiente com bancos centrais acumulando reservas e investidores procurando alternativas defensivas, as empresas de exploração e desenvolvimento de ouro ganham destaque por oferecerem alavancagem em relação ao preço do metal e potencial de descoberta de novos depósitos“, explica a gestora.O lançamento do Global X Gold Explorers ETF no Brasil, ocorrido no último dia 25, visa oferecer um caminho para investidores acessarem esse segmento.“O ouro se destacou como um dos metais mais fortes do período, sustentado por fluxos defensivos e pela queda dos juros reais. Além disso, empresas de exploração tendem a apresentar maior sensibilidade às cotações, oferecendo potencial de valorização superior em ciclos positivos do metal.”O GOEX39 replica o Solactive Global Gold Explorers & Developers Total Return Index, índice composto por empresas classificadas como exploradoras ou desenvolvedoras de ouro localizadas em diferentes países.O ETF da Global X é negociado fora do Brasil desde 2010 e, somente nos últimos cinco anos, acumula alta de 213%.Conheça mais detalhes: o ETF global dedicado à exposição ao ouro pode entregar uma diversificação capaz de fazer a rentabilidade da carteira brilhar nos próximos mesesCOLO39 – descubra o potencial colombianoO MSCI Colombia (COLO39) chegou ao Brasil no último dia 20 de maio, trazendo a exposição a empresas da quarta maior economia da América Latina para a bolsa local. Em nota, a Global X ressalta o país como “uma das economias emergentes mais promissoras da região“.A gestora ainda destaca diferentes setores da economia colombiana, como “energia (recursos naturais abundantes), finanças (setor bancário sólido), consumo (classe média em expansão) e infraestrutura”.A demografia do país também chama atenção da Global X, com seus cerca de 50 milhões de habitantes e “classe média em expansão, que gera demanda por consumo e serviços“.Vale lembrar que a Colômbia está em meio ao período de eleições presidenciais, com 2º turno marcado para o dia 21 de junho. Há expectativas de que o pleito gere uma guinada pró-mercado com potencial de destravar ganhos nos investimentos.O COLO39 tem taxa de administração de 0,65% e é voltado para gestores de fundos e assessores de investimento, com potencial de otimizar portfólios no longo prazo, conforme destacado pela Global X.O ETF replica o desempenho do MSCI COLO Index, que seleciona as maiores e mais líquidas companhias da Colômbia.“O produto pode ser acessado por meio de corretoras locais e está alinhado à filosofia da Global X de trazer soluções inovadoras e eficientes para os investidores“, completa a nota da gestora.CLIQUE E CONHEÇA OS ETFs TEMÁTICOS DA GLOBAL X