Portugal empata, mas a bancada acredita: Martim Vieira, 13 anos, conta o Mundial por dentro

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A estreia, frente à RD Congo, em Houston, terminou em empate, 1-1, depois de Portugal ter chegado à frente por João Neves, ainda na primeira parte, e de os congoleses terem restabelecido a igualdade já perto do intervalo. O resultado deixou um sabor agridoce, mas não foi isso que ficou na memória de quem esteve dentro do estádio.Martim Vieira acompanhado por um adepto da RD CongoPara o jovem repórter da edição Next Gen do Líder, o momento que fez o estádio levantar foi «o golo de João Neves logo ao início do jogo». O gesto de liderança que mais o marcou aconteceu quando «Ronaldo puxou pela equipa e pediu ajuda dos adeptos para levar a seleção para a vitória».Questionado sobre o jogador que mais puxou pela equipa, Martim não teve dúvidas: «Ronaldo, que sempre acreditou que Portugal conseguia os três pontos.»Há também coisas que só se percebem ao vivo. «O quanto os portugueses puxam pela equipa durante o jogo», respondeu. O lance mais inteligente da partida foi, na sua opinião, «o cruzamento perfeito de Pedro Neto para a cabeça de João Neves que acabou em golo».Se tivesse de resumir o encontro num emoji, escolheria e numa palavra, a energia das bancadas foi «imparável».O que mais o surpreendeu foi «o facto de os adeptos não se calarem um segundo o jogo inteiro». Quanto ao cartão amarelo, Martim atribui-lo-ia a Roberto Martínez, por considerar que fez «as substituições erradas».E para líder do Jogo, a escolha recaiu sobre João Neves: «Fez o golo, controlou o meio-campo e foi um dos únicos jogadores que esteve o jogo inteiro ativo.»Diretamente das bancadas do Mundial, o olhar de um jovem adepto mostrou uma certeza: mesmo quando o resultado não é o desejado, o apoio dos portugueses nunca deixa de se fazer ouvir. O conteúdo Portugal empata, mas a bancada acredita: Martim Vieira, 13 anos, conta o Mundial por dentro aparece primeiro em Revista Líder.