Volkswagen ID.Cross: imagens vazadas revelam o T-Cross elétrico

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O Volkswagen ID.Cross teve suas primeiras imagens vazadas na internet antes da apresentação oficial, revelando o desenho de produção do equivalente a uma versão elétrica do T-Cross. Com o lançamento global estimado para 2026 e uma possível aparição no Salão de Paris, o SUV altera a engenharia característica da linha ID.para privilegiar o espaço interno.A montadora tenta distanciar o modelo das versões a combustão para mirar em concorrentes como o BYD Yuan Plus e o Geely EX5 no mercado europeu. O vazamento acontece quase um ano depois da versão conceitual do SUV ter sido apresentada.–Cochespias/ReproduçãoA fabricante propõe uma convivência dividida nas concessionárias europeias. O T-Cross tradicional continuará em linha atuando contra Peugeot 2008 e Toyota Yaris Cross, enquanto o Volkswagen ID.Cross atuará em uma faixa de preço superior.A arquitetura mecânica do novo modelo tenta justificar essa separação. O carro estreia a plataforma MEB+, uma evolução desenvolvida para veículos compactos do grupo. A alteração técnica mais sensível em relação à base MEB original é a migração para a tração dianteira. Esse arranjo possibilitou à engenharia reposicionar os módulos do sistema elétrico e concentrar o conjunto motriz na frente, liberando uma área consideravelmente maior para os passageiros. Continua após a publicidade–Cochespias/ReproduçãoNa configuração vazada, o motor elétrico montado no eixo frontal entrega 211 cv. A bateria segue disposta de maneira plana no assoalho, abaixando o centro de gravidade e entregando uma autonomia de até 420 km no ciclo WLTP. Os números de fábrica indicam velocidade máxima restrita a 175 km/h e uma capacidade de reboque de 1.200 kg. A traseira conta com suporte estrutural para transportar até duas bicicletas elétricas, suportando 75 kg.O rearranjo da plataforma entrega resultados diretos na capacidade de carga. O porta-malas do Volkswagen ID.Cross acomoda 450 litros, um volume superior (77 litros a mais) aos 373 litros da versão a combustão vendida no mercado europeu. A alteração no piso também gerou 38 litros de armazenamento sob o banco traseiro, além de um bagageiro dianteiro (frunk) de 25 litros, útil para armazenar os cabos de recarga. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. A Volkswagen ainda não confirmou as medidas da versão de produção, mas o carro-conceito que originou o modelo anotava 4,16 m de comprimento e 2,60 m de distância entre os eixos. São proporções mais contidas na comparação com o T-Cross fabricado no Brasil, que mede 4,21 m e 2,65 m, respectivamente.O desenho externo recorre a um formato mais quadrado para não comprometer o vão livre para a cabeça. A dianteira carrega faróis estreitos unidos por uma barra horizontal de LED, padrão que acompanha os elétricos da marca. O para-choque exibe luzes diurnas verticais nas extremidades e um aplique central que simula uma chapa de proteção. Na traseira, as lanternas cruzam a tampa do porta-malas inteiramente, exibindo elementos retangulares e o logotipo da fabricante iluminado. Continua após a publicidade–Cochespias/ReproduçãoPor dentro, a cabine investe em modularidade de uso. Os bancos podem ser rebatidos integralmente para criar uma área plana, lembrando a lógica utilizada na antiga Kombi. O painel digital de 11″ esconde um recurso curioso, oferecendo um layout programável que imita os mostradores do Golf GTI da década de 1970. Ao centro, a central multimídia utiliza uma tela de 13″, posicionada ao lado de botões de atalho direto para as funções de clima. Publicidade