Idosos mortos em BH: Polícia Civil faz nova perícia em apartamento do casal

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Uma nova perícia foi realizada no apartamento do casal de idosos que foi encontrado morto no bairro São Pedro, na região centro-sul de Belo Horizonte. A diligência foi realizada pela PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) nesta segunda-feira (6).O objetivo da perícia é confirmar se outro objeto além da faca de caça foi utilizado pela diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, que confessou ter matado Cláudio Atala, de 75 anos, e Maria Clotilde Atala, de 76.A informação de que Paola utilizou uma faca para realizar o crime consta na decisão da juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto, comunicada após a audiência de custódia, que foi realizada na última sexta-feira (3). A confissão do crime ocorreu ainda durante a prisão da diarista, na quarta-feira (1). Leia Mais Suspeita de matar a facadas casal de idosos em BH diz que ouviu "vozes" Suspeita de matar idosos em MG alega "surto psicótico" e arrependimento Presa por morte de idosos em MG tinha dívida de R$ 40 mil por jogos de azar Advogada morta em BH: carro incendiado pode ter sido usado no crime | CNN NOVO DIADe acordo com informações cedidas à Itatiaia para a CNN Brasil, os agentes policiais analisam a possibilidade de que outra arma foi utilizada no momento dos assassinatos. Para a perícia, os policiais utilizarão luminol, uma substância capaz de identificar vestígios de sangue mesmo após serem higienizadas.A corporação também pretende realizar uma reconstituição do crime nos próximos dias, com objetivo de esclarecer a prática do crime.A Itatiaia também divulgou uma nota enviada pela PCMG, alegando que, apesar de a informação da identificação da arma do crime ser uma faca, outras informações só poderão ser compartilhadas ao fim da investigação.Confira a nota na íntegra:“Informações relacionadas aos elementos probatórios arrecadados, incluindo eventual localização, identificação ou características da arma utilizada, bem como hipóteses sobre a dinâmica do crime, serão divulgadas ao término da investigação.”Há uma expectativa de que o inquérito da corporação seja concluído em até 10 dias após a prisão da suspeita. Porém, o prazo pode ser estendido caso haja necessidade de novas diligências. *Sob supervisão de Thiago Félix