O gap de gênero tradicional — com as mulheres tendendo a votos mais conservadores — se inverteu de 2018 para cá, e é essa diferença entre os votos de mulheres e homens que vai definir a eleição presidencial de 2026.A avaliação é da cientista política Luciana Veiga, professora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e da FGV (Fundação Getulio Vargas), durante participação no WW Especial: A influência das mulheres na eleição de 2026, que vai ao ar neste domingo (12; assista).Ainda assim, Luciana Veiga ponderou que o eleitorado feminino não é um “corpo único”. “Há uma vertente mais conservadora, uma vertente mais progressista… Elas formam até uma ‘média’, de maneira geral”, acrescentou. Leia Mais Após crise com Michelle, Flávio participa de evento do PL no Ceará Meio/Ideia: 15,4% dizem que Michelle tem mais poder; 9% apontam Janja Câmara busca consenso com bancada evangélica para aprovar PL da Misoginia “Os homens é que estão caminhando um pouco mais para uma perspectiva mais conservadora”, pontuou.WW EspecialApresentado por William Waack, o programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.Conheça o Clube de Membros da CNN Brasil no YouTube. Ao se cadastrar, você garante acesso antecipado à íntegra da edição já às sextas-feiras, além de cortes exclusivos e conteúdos de bastidores do programa.AO VIVO: WW ESPECIAL - A INFLUÊNCIA DAS MULHERES NA ELEIÇÃO DE 2026 - 12/07/2026