O velório da jornalista Érika Leal, que morreu aos 47 anos nessa terça-feira (7/7) após passar dois meses em coma em decorrência de um acidente doméstico, acontecerá na quinta-feira (9/7), no cemitério Campo da Esperança de Taguatinga, a partir das 15h.A despedida de Erika ocorrerá na Capela 5 – das 15h às 16h30, e sepultamento, às 17h.Segundo relatos de amigos e familiares em redes sociais, Érika participava de uma festa junina quando sofreu queimaduras em uma fogueira. Após o acidente, a jornalista teria tido mais de 60% do corpo atingido e ficou internada por dois meses na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência em queimados. Érika deixa duas filhas, de 17 e 19 anos.Vida profissionalA Record, emissora em que Érika trabalhou por oito anos, homenageou a jornalista e divulgou as informações do velório e sepultamento: “Guardaremos para sempre a imagem do seu sorriso, Érika. Sua ausência é profundamente sentida e seu amor perdura em nossas corações”. Leia também Distrito FederalMorte da jornalista Érika Leal causa comoção nas redes sociais Distrito FederalQuem era Érika Leal, jornalista da Record que morreu após acidente TelevisãoMorre Érika Leal, jornalista da Record que ficou em coma após acidente Antes da Record, Érika teve passagens em diferentes áreas do jornalismo, como assessoria, outras emissoras de televisão e rádio, como TV Band e Rádio CBN, além de jornais impressos, como Tribuna do Brasil, Jornal de Brasília.Érika se formou em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e fez mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra.4 imagensFechar modal.1 de 4Érika estava internada há dois meses, após sofrer um acidente domésticoReprodução/redes sociais2 de 4A jornalista era formada pela UFG e tinha pós-graduação na InglaterraReprodução/redes sociais3 de 4Ela também apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV JustiçaReprodução/Redes sociais4 de 4Érika trabalhava na Record Brasília há sete anosReprodução/redes sociais“Neste momento de profunda tristeza, a Record Brasília se solidariza com familiares e amigos e agradece por toda a contribuição de Érika ao jornalismo e à nossa equipe. Seu legado permanecerá vivo em nossa história”, disse a emissora.O Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Distrito Federal (Cojira), que Érika fez parte, também se pronunciaram sobre a morte repentina.“Sua partida abre uma lacuna na cobertura de imprensa comprometida com a qualidade da informação e com o mais digno humanismo de uma mulher e profissional negra de inestimável valor. Uma perda para a sociedade e o jornalismo do DF”, disseram as entidades em nota conjunta.