Juíza nega pedido de dona do Ozempic para proibir venda de concorrente

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A juíza Priscila Fernandes Miranda, da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, negou o pedido liminar da fabricante do Ozempic sobre a suspensão da comercialização e das propagandas  da Ozivy. A Ozivy é a primeira caneta emagrecedora a base de semaglutida produzida no Brasil. A decisão foi publicada na terça-feira (7/7). A magistrada entendeu que não havia evidência de concorrência desleal na fabricação da Ozivy. O mérito da questão ainda será analisado. Leia também SaúdeEstudo avalia se Ozempic e Mounjaro também podem proteger o cérebro BrasilAnvisa: caneta brasileira Ozivy terá preço máximo igual ao do Ozempic A fabricante do Ozempic acionou a Justiça e alegou que a produtora da Ozivy escolheu um nome “que faz clara alusão às marcas da Novo, pois Ozivy seria uma junção do “OZ” de Ozempic e do “VY” de Wegov”.Além disso, reclamou que a empresa estava promovendo o Ozivy como “caneta azul do Brasil”, sendo que “há anos o Ozempic é conhecido como ‘caneta azul’ pela população em geral e que está promovendo o Ozivy para o tratamento de controle de peso, indicação para qual a Anvisa não aprovou o produto“.A empresa pediu que a produtora brasileira fosse proibida de comercializar o medicamento sob o nome comercial Ozivy, o que, em caráter liminar, foi negado pela juíza.