A 18ª edição do reality show A Fazenda, da Record, teve início na noite desta segunda-feira (14/9) e entre as celebridades confinadas em Itapecerica da Serra está a cantora Adryana Ribeiro, que fez sucesso nos anos 2000 com o grupo Adryana & A Rapaziada. Em entrevista exclusiva, a famosa garantiu que entrou para jogar e quer brigar pelo prêmio de R$ 2 milhões. Leia também Fábia OliveiraAssessoria da Record se manifesta após imagens falsas de A Fazenda 18 EntretenimentoNovidades, horário e mais: o que sabemos sobre a estreia de A Fazenda 18 Fábia OliveiraA Fazenda 18: peão pretende fazer revelação íntima durante reality Fábia OliveiraA Fazenda 18 resgata estética da 1ª temporada; veja fotos “Oportunidade”Antes de ser confinada, Adryana Ribeiro conversou com a coluna Fabia Oliveira e falou sobre o convite para o reality rural, o que aprendeu com sua passagem pelo Power Couple Brasil e deu detalhes de sua carreira musical.A famosa afirmou que não pensou duas vezes ao receber o convite para o programa e que enxerga em A Fazenda uma oportunidade de “superação”. “É a oportunidade de mostrar para os meus fãs e quem não me conhece quem é realmente a Adryana”, afirmou. “A Fazenda é uma superação pessoal, emocional, uma experiência única”, sacramentou.A cantora também garantiu que vai entrar para jogar e vai em busca do prêmio de R$ 2 milhões. “Eu tô entrando para jogar! Eu, Adryana, jogadora! Então, eu quero ganhar! O que que te motivou? O prêmio!”, garantiu.No bate-papo à seguir, a famosa relembrou o início da sua carreira, sua passagem pelo Power Couple Brasil em 2022 e também falou sobre o atual cenário musical feminino: “A gente vê as mulheres sendo sinônimo de ingresso vendido, de altos índices no Spotify, nas mídias, lotando seus shows. É o melhor momento”, apontou a artista.7 imagensFechar modal.1 de 7Adryana Ribeiro posa sorridente durante podcastInstagram/Reprodução2 de 7Rodrigo Carelli e Adriane Galisteu posam no cenário do reality ruralInstagram/Reprodução3 de 7Adryana Ribeiro posa durante visita ao santurário de AparecidaInstagram/Reprodução4 de 7Adriane Galisteu, Rodrigo Carelli e Christina RochaReprodução5 de 7Adryana Ribeiro faz pose no salão de belezaInstagram/Reprodução6 de 7Adryana Ribeiro faz selfie dentro do carroInstagram/Reprodução7 de 7Rodrigo Carelli e Adriane Galisteu posam nos bastidores de A FazendaInstagram/ReproduçãoConfira a entrevista completa:– Você começou a carreira num ambiente muito masculino… Já sofreu algum tipo de preconceito?Foram homens muito importantes que me deram as minhas primeiras chances no mundo da música… Eu diria que eles abriram muitas portas, mesmo que os ambientes fossem extremamente masculinos, eu tive boas oportunidades, sempre fui muito respeitada por pessoas que eu considero de alto escalão, como Martinho da Vila, Demônios da Garoa, Rafael Rabelo, Luiz Carlos [do Raça Negra] e tantas outras pessoas que fizeram parte do meu início. Não foi fácil, passei muitas dificuldades, mas se houve preconceito, eles foram superados com talento.– Nos anos 2000, Adryana & A Rapaziada fez muito sucesso. Como foi o fim da parceria?O Adryana & A Rapaziada foi criado por mim junto com a gravadora Abril Music e o Marcos Maynard, que percebeu entre 1998 e 1999 que a cena do pagode no Brasil era predominantemente de grupos e que não tinham uma mulher. Eu deixo a minha carreira solo e monto esse grupo com a minha banda. Encontro os meninos e a gente forma o Adryana & A Rapaziada, com a direção e produção também do Arnaldo Saccomani, um gênio. E eu não saí. Na verdade, era um projeto que eram três discos e os meninos poderiam depois fazer o disco deles, mas eles preferiram sair logo que a gente lançou [a música] Fim de Noite, para resgatar a carreira solo deles, e eu tive que dar continuidade com a nova Rapaziada, afinal de contas, era um contrato de gravadora.– Houve alguma briga, desentendimento ou polêmica nunca revelada?Não, não houve discussão, polêmica, porque eles chegaram para a gravadora e falaram “A gente quer sair, a gente não quer mais ficar”. E lógico, não teve muito o que fazer, mas para as pessoas ficou assim: “Ah, a Adryana saiu do grupo”, “A Adryana acabou o grupo”, “A Adryana tirou os meninos”. Não, cada um teve o seu porquê, questões particulares no caso deles, e eu estava com o contrato, tinha que continuar e foi assim que a coisa aconteceu.– Como você enxerga o meio musical para as mulheres hoje em dia?O mercado musical atualmente está completamente apaixonado pelas mulheres, né? A gente vê as mulheres sendo sinônimo de ingresso vendido, de altos índices no Spotify, nas mídias, lotando seus shows. E é o melhor momento. Eu acredito que o advento da internet democratizou bastante a cena musical para todo mundo, né? Eu tô muito feliz. Eu acredito muito nesse momento e é a hora, a hora é agora, é a hora das mulheres.– O que te levou a aceitar o convite para participar de A Fazenda?O convite de A Fazenda veio para mim como um presente, uma grande oportunidade pessoal, íntima, pessoal, intransferível. Oportunidade de superação, de mostrar para os meus fãs e quem não me conhece quem é realmente a Adryana, a pessoa, além da cantora. [É a chance] de ser eu mesma, de aprender. Porque é muita superação. A Fazenda é uma superação pessoal, emocional e é muito lindo. Eu estive no Power Couple, mas não se compara, porque A Fazenda é uma experiência única.E eu vejo o quanto isso é transformador. Então, eu aceitei para me transformar, para trazer para as pessoas a Adryana por Adryana. E o mais importante: pelo prêmio! Porque esse prêmio é “O” prêmio. E eu tô entrando para jogar! Eu, Adryana, jogadora! Então, eu quero ganhar! O que que te motivou? O prêmio!– Antes de A Fazenda, você participou do Power Couple. Qual aprendizado tirou do programa?O aprendizado do Power Couple foi um grande divisor de águas na minha vida, na minha carreira, porque eu tive que me desprender, eu era muito fechada. Tive que me permitir, aprender a ter paciência, tolerância, dividir, porque o Power Couple é um jogo de casais. E no Power, eu tinha um combinado com o meu companheiro que ele ia, eu deixei ele ir na frente, mas eu trabalhei muito a mente dele quando as câmeras desligavam, quando os microfones eram retirados e tal. Então, eu passava para ele muito sobre a minha estratégia. Mas pra gente chegar na final, eu tive que ter muita tolerância, muita paciência. Foi uma experiência incrível, difícil, muito difícil, mas muita superação. E me trouxe muita autoconfiança também participar.– Você costuma acompanhar reality shows? Acha que está preparada para lidar com a tensão do jogo?Após o Power Couple, eu me senti encantada pelo mundo do reality. E acredito que todo mundo que participa de um reality se sente nessa motivação porque realmente é muito interessante, é muito intenso, você fica meio que viciado naquela adrenalina. Lógico que tem momentos que são extremamente difíceis, desafiadores, mas é uma adrenalina muito positiva. Acredito que hoje em dia eu esteja mais preparada, eu nunca tinha feito terapia nessa época, desde então eu faço terapia, procuro enxergar muito as coisas pelo olhar do outro. Talvez eu seja hoje uma jogadora mais interessante, uma jogadora mais arrojada, me jogaria mais, falaria mais, sairia um pouco da cena do observador pra quem tá atuando, né?– Você já falou abertamente sobre problemas envolvendo um procedimento no bumbum? Ficou traumatizada?Esse procedimento foi um procedimento estético não invasivo, no qual a gente não sabe o que é que que causou, foi traumatizante porque a anestesia não pegava, fiquei com um terceiro bumbum, foi uma coisa assim horrível, não desejo pra ninguém. Em três dias descobriram qual foi a bactéria e, graças a Deus, me recuperei. Foi uma coisa assim de louco.– Hoje em dia, voltaria a fazer algum procedimento estético? Fez algum para entrar no reality?Agora estou numa nova fase, estou me preparando para fazer uma cirurgia plástica depois que eu emagreci agora mais de 20 kg. Estou muito feliz e vai dar tudo certo.