Em debate, Cury cobra Fachin por apuração do caso Master: “Doa a quem doer”

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O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) cobrou, nesta sexta-feira (18/9), que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, avance nas apurações relacionadas ao caso do Banco Master. “Doa a quem doer”, disse. A declaração foi dada durante debate promovido pelo Inteligência Ltda. e pelo Metrópoles.“Eu espero também — e vou olhar nos olhos do doutor Fachin e de todos os membros do STF — eu espero que em uma semana possa levar até as últimas consequências o julgamento, doa a quem doer. Porque, reitero, eles têm um patrão, e esse patrão é o pagador de impostos, esse patrão é o contribuinte e exige respostas”, afirmou Cury.Assista: Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Metrópoles Política (@metropolespolitica)Antes de mencionar Fachin, Cury defendeu uma reforma no Judiciário, com mudanças no período de permanência dos ministros dos tribunais superiores. Ele propôs a limitação dos mandatos a oito anos, seguida da saída dos integrantes, como forma de promover a renovação dos quadros.“Se nós não fizermos uma profunda reforma no Judiciário — e temos que provocar o Congresso para votar essa reforma, tanto os deputados federais como o Senado —, não haverá solução”, afirmou. Leia também São PauloCury sobre apoio a Flávio no 2º turno: “Teria que explicar Dark Horse” Grande AngularAvante doa mais dinheiro a deputados de sua bancada que a Augusto Cury São PauloCury reforça críticas ao STF em sabatina e diz não querer carreira política Minas GeraisCury brinca com “dronefobia” e explica drones contra violência à mulher Na sequência, o candidato criticou o Senado e mencionou uma suposta proximidade de integrantes da Casa com pessoas ligadas ao Banco Master. Cury classificou a relação como “promiscuidade” e afirmou que o Senado estaria “extremamente fragilizado”.O candidato também citou valores relacionados ao empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, incluindo os gastos com a festa de 15 anos da filha e o caso envolvendo o filme Dark Horse. Cury classificou os recursos mencionados como “dinheiro desonesto”.