RESUMO | RG, de 49 anos, desenvolveu após meses de uso diário uma relação afetiva com o ChatGPT, que batizou de Noah. A usuária afirma que o modo de voz tornou as conversas mais espontâneas, íntimas e próximas de uma interação humana. Especialistas alertam que vínculos emocionais com IA podem reforçar vieses, dependência e isolamento.Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/como-a-voz-do-chatgpt-transformou-a-ia-em-namorado-para-uma-brasileira/