A HPE Automotores fez uma mudança silenciosa na linha do Mitsubishi Eclipse Cross. O SUV médio ganhou uma nova versão de entrada, chamada GLS, que está funcionando como um teste para medir a aceitação do público sobre uma configuração mais barata e menos equipada. O modelo já aparece no site oficial, por R$ 155.990.Neste momento, a nova versão custa o mesmo que o Eclipse Cross Rush, até então a configuração de entrada do SUV. Porém, o preço da variante Rush é promocional o custo normal é de R$ 176.990, R$ 21.000 a mais do que a versão GLS. A tendência é que a promoção para o modelo Rush seja reduzida, justificando a existência da configuração GLS.Para chegar nesse preço, o Eclipse Cross GLS perdeu alguns equipamentos. A ausência de maior impacto na cabine é a central multimídia. Em vez da tela de 10,25 polegadas com conectividade sem fio presente na versão Rush, o Eclipse Cross GLS traz apenas a preparação para som, com chicote elétrico e uma tampa cega no painel que funciona como porta-objetos.–Divulgação/Mitsubishi Continua após a publicidadeEssa redução de custos também eliminou as portas USB do tipo A na dianteira e a câmera de ré, já que o visor traseiro dependia do monitor central. O sistema de áudio, no entanto, mantém os quatro alto-falantes instalados nas portas.A retirada da central multimídia é uma escolha incomum e utilizada somente por algumas versões para PCD, como o Hyundai Creta Action. Porém, o preço de R$ 155.990 deixa o carro longe de receber todas as isenções de impostos para esta categoria de vendas. O configurador no site oficial não diz se é possível adicionar uma multimídia como opcional ou mesmo como acessório.Outro corte para segurar o preço está na oferta de cores, já que a versão é vendida exclusivamente com a pintura sólida Branco Fuji. O skidplate dianteiro passa a vir na cor preta, ao invés do acabamento cinza das demais configurações. Continua após a publicidadeOs sintomas silenciosos de que o câmbio automático do seu carro está com defeitoApesar das perdas na lista de conforto, a mecânica não sofreu mudanças. O modelo mantém o motor quatro cilindros 1.5 turbo a gasolina, que entrega 165 cv e 25,5 kgfm. O conjunto trabalha associado a um câmbio automático CVT que emula oito marchas, enviando a força apenas para o eixo dianteiro nesta configuração. A suspensão independente nas quatro rodas também foi mantida, utilizando o sistema McPherson na dianteira e o arranjo multilink na traseira.Mesmo simplificado, o interior preserva o ar-condicionado digital automático, o computador de bordo com tela colorida e o volante revestido de couro. Os bancos perdem o revestimento sintético e recebem forração de tecido, mas o assento traseiro mantém o ajuste de inclinação e a possibilidade de rebatimento para ampliar o compartimento de bagagens. É possível trocar por bancos de couro por um custo extra não divulgado. Continua após a publicidade Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã. O pacote de segurança não sofreu baixas em relação à versão Rush. A configuração sai de fábrica com sete airbags, englobando as bolsas frontais, laterais, de cortina e uma específica para os joelhos do motorista. Completam a lista os controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e o monitoramento de pressão dos pneus.As dimensões continuam as mesmas, com 4,54 m de comprimento, 1,80 m de largura e 21,5 cm de distância livre do solo. O porta-malas carrega 405 litros na medição padrão, podendo atingir 579 litros ao considerar o espaço até o teto. Publicidade