Enquanto o turismo convencional se satisfaz com o destino, o golfista de elite investe no ambiente. Para este público, o campo não é apenas um cenário, mas um ativo de relacionamento. Viajar para jogar em St. Andrews, na Escócia, Pebble Beach, na Califórnia, ou nos novos destinos do Oriente Médio não é sobre lazer, é sobre a curadoria de conexões em ambientes onde o fairway serve como a mais exclusiva das salas de reunião. É ali, entre um putt e outro, que negócios nascem antes de qualquer reunião formal.Leia mais em: https://exame.com/casual/sobre-jogar-golfe-em-dubai-ou-na-california/