A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a denúncia de uma mãe de um aluno de uma escola estadual, no bairro Providência, na Região Norte de Belo Horizonte. Segundo a denúncia, feita na última quarta-feira (16), uma professora da unidade teria esfregado uma prova no rosto do estudante.A CNN Brasil teve acesso ao vídeo da câmera de segurança da sala de aula, que mostra o momento em que a professora esfrega a folha no rosto do aluno. Veja:https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-20-at-14.33.27.mp4Além da Polícia Civil, a SEE-MG (Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais) afirma que um Processo Administrativo Simplificado foi instaurado para apurar o ocorrido. Leia Mais Colisão entre ônibus e carreta deixa seis mortos e mais de 40 feridos em MG Educação domiciliar: entenda por que família de Blumenau foi condenada Operação da PF mira esquema interestadual de diplomas falsos de Medicina Segundo a pasta, os responsáveis pelo estudante foram atendidos pela diretora da instituição, que registrou a denúncia em ata escolar para dar seguimento às medidas administrativas.Além disso, a SEE declarou em nota que “não compactua com a conduta” e afirmou que “os educadores são orientados sobre padrões de postura adequada”. Leia na íntegra:“A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) não compactua com eventuais desvios de conduta e reforça que as escolas e os educadores são orientados quanto à postura adequada, no que se refere ao ambiente e relações interpessoais, professor aluno, professor e colegas de trabalho, conforme dispõe o Código de Conduta Ética.A SEE informa que, ao tomar conhecimento da denúncia contra uma professora da Escola Estadual Celmar Botelho Duarte, em Belo Horizonte, a Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana C adotou imediatamente as providências cabíveis.A SRE deu início às apurações preliminares, com o objetivo de reunir os elementos necessários à análise da situação e instaurou um Processo Administrativo Simplificado (PAS), destinado à apuração detalhada dos fatos e eventual responsabilização da professora, assegurados o contraditório e a ampla defesa. O Núcleo de Atendimento Educacional (NAE) também foi acionado para acolher e acompanhar o estudante envolvido.Os responsáveis pelo estudante foram atendidos pela diretora, que registrou a denúncia em ata escolar para dar seguimento às medidas administrativas.”A Polícia Civil de Minas Gerais informou que a investigação segue em andamento na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente de Belo Horizonte.