Bacellar ficará isolado de Adilsinho e TH Joias em presídio do DF

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (foto em destaque), não terá qualquer contato com o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, nem com o ex-deputado Thiago Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, durante o período em que estiver custodiado na Penitenciária Federal de Brasília (DF).Conforme apurou a coluna com exclusividade, os três permanecerão em alas separadas da unidade prisional, seguindo o protocolo de isolamento adotado no sistema penitenciário federal. Apesar de estarem no mesmo presídio, eles não terão nenhum contato entre si. Leia também Mirelle PinheiroPF apreendeu lista com nomes de 20 políticos na cabeceira de Adilsinho Mirelle Pinheiro“Prejuízo à investigação”, diz diretor da PF sobre sanção dos EUA Mirelle PinheiroMunicípio de RR pagou 32% a mais por ambulâncias usando emendas Pix Mirelle PinheiroMunicípio de RR tentou burlar fiscalização de emendas Pix A coluna também apurou que a permanência de Bacellar em Brasília deve ser temporária. A expectativa é de que o ex-presidente da Alerj fique pouco tempo na capital federal e, em breve, seja transferido para outro presídio do sistema penitenciário federal.EntendaBacellar foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília neste sábado (4/7), após ser alvo de um novo mandado de prisão cumprido pela Polícia Federal (PF) na quinta-feira (2/7). Ele está preso desde 27 de março deste ano, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no âmbito da ação penal que investiga o vazamento de informações sigilosas e a obstrução de investigações relacionadas ao Comando Vermelho (CV).Além de Bacellar, Adilsinho e TH Joias também estão custodiados no local. Adilsinho foi transferido para a unidade em fevereiro deste ano, após ser preso em uma residência em Cabo Frio (RJ), onde estava foragido há 20 anos.O novo mandado de prisão contra Bacellar foi cumprido durante mais uma fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela PF para apurar indícios de lavagem de dinheiro em benefício da Máfia do Cigarro, além de pagamentos do jogo do bicho a agentes públicos.Nesta etapa da operação, Adilsinho e o pastor Márcio Poncio também foram alvos de mandados judiciais. O pastor foi preso em um flat na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.