No prazo final para inaugurações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, nesta sexta-feira (3/7), de um evento que vai apresentar um pacote de entregas do governo federal nas áreas de educação, saúde e habitação. O petista acompanha a cerimônia de Brasília, no Palácio do Planalto, enquanto ministros estarão distribuídos em outros estados brasileiros.Em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participa do evento de Bauru, enquanto o ministro da Educação, Leonardo Barchini, vai a Mauá;O titular da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), acompanha as ntregas de Cotia (SP);O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estará em Campinas (SP);O ministro das Cidades, Vladimir Lima, entrega residências do Minha Casa, Minha Vida, em Nova Iguaçu (RJ).Ao todo, as entregas vão contemplar 12 cidades em sete estados.Na área de educação, o governo vai inaugurar, simultaneamente, dez novos campi de institutos federais em São Paulo, Amazonas, Espírito Santo e Piauí. Segundo o Planalto, as unidades receberam investimento de R$ 206,6 milhões e poderão atender, individualmente, 1,4 mil estudantes. Leia também BrasilGoverno Lula leva aos EUA “mapa” de compensações para evitar tarifaço BrasilEleições: governo Lula entrega obras em 12 cidades antes de restrições BrasilLula defende Mercosul após crítica de Flávio Bolsonaro BrasilLula rebate carta de Flávio e acusa família Bolsonaro de “entreguismo” Na saúde, será feita a entrega de ambulâncias, unidades odontológicas, veículos para transporte de passageiros, equipamentos para unidades de saúde e hospitais, entre outros. As cerimônias serão realizadas em Campinas, Sorocaba (SP), Vassouras (RJ) e Garanhuns (PE). O pacote soma R$ 464,8 milhões.Por fim, o governo fará a entrega de 1.619 novas unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em seis estados: Rio de Janeiro, Alagoas, Sergipe, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As moradias devem beneficiar 6.476 pessoas.O conjunto de ações faz parte da ofensiva de Lula para mostrar entregas antes do início do defeso eleitoral. Durante o período, candidatos ficam proibidos de participar de inaugurações e outros eventos que podem configurar uso da máquina pública para promoção eleitoral. As restrições começam a partir deste sábado (4/7), três meses antes do primeiro turno.