O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Metrópoles, que a participação de integrantes do partido no governo Lula não é oportunismo.Kassab disse que a sigla não teve candidato à Presidência da República em 2022 e liberou seus filiados para escolher quem apoiar. Parte desse grupo apoiou Lula e ganhou ministérios na gestão petista.3 imagensFechar modal.1 de 3O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao MetrópolesAlessandra Ferreira/Metrópoles2 de 3O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao MetrópolesAlessandra Ferreira/Metrópoles3 de 3O presidente do PSD e pré-candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado à Presidência, Gilberto Kassab, em entrevista ao MetrópolesAlessandra Ferreira/Metrópoles“O Carlos Fávaro, André de Paula, Alexandre Silveira, Otto Alencar e Antônio Brito são pessoas que apoiaram o presidente Lula. Portanto, não é nenhum oportunismo a participação deles no governo. Eles apoiaram o presidente Lula”, afirmou Kassab. Leia também Igor GadelhaAnálise: Michelle Bolsonaro parece ter sido picada pela mosca azul Igor GadelhaAuxiliares de Lula projetam dois cenários para novo tarifaço dos EUA Igor GadelhaDeputado quer obrigar população a manter distância mínima de policiais Igor GadelhaApós crise com Michelle, Flávio defenderá indicação de mulheres ao STF Nessa lógica, o chefe do PSD também considera natural que esses nomes participem da campanha de reeleição de Lula.“A participação deles na campanha do presidente Lula é compreensível, não é oportunista. O PSD é um partido que está em formação e temos uma preocupação de fazer política com seriedade. É evidente que não vamos constranger esses ministros”, disse.