A queda foi puxada pelos cereais, que recuaram 3,5% com o aumento da oferta global durante o período de colheita e o avanço da produção na América do Sul. O açúcar também teve retração de 5,7%, influenciado pela queda do etanol no Brasil.Leia mais em: https://exame.com/agro/precos-dos-alimentos-caem-no-mundo-em-junho-mas-podem-subir-com-el-nino/