Junho de 2026 foi marcado por um cenário de cautela nos mercados financeiros.As criptomoedas registraram o pior desempenho mensal desde junho de 2022, enquanto a bolsa brasileira encerrou o período com desvalorização de 1%.Inverno cripto se aprofundaO Bitcoin e demais criptomoedas viveram um mês de forte retração, recuando quatro anos em termos de desempenho.O chamado “inverno cripto” — período caracterizado por grande desvalorização das moedas digitais — segue em curso, e a perspectiva é de que novas quedas ocorram nos próximos meses. Leia Mais Análise: Bancos veem alívio do IPCA com PIB mais fraco em 2027 CMN regulamenta Fies Empreendedor com juros de até 11,19% ao ano Governo deve propôr redução de teto do juros de consignado do INSS Bolsa brasileira sob pressãoO mercado acionário brasileiro fechou junho com desvalorização de 1%, resultado considerado moderado, mas que reflete os impactos das preocupações com o Oriente Médio, a volatilidade do petróleo e a inflação em alta no Brasil.Diante desse cenário, muitos investidores optaram por títulos públicos e pela renda fixa em detrimento da renda variável.A renda fixa, por sua vez, apresentou desempenho positivo no mês, ficando acima da inflação e garantindo a recomposição do poder de compra dos investidores brasileiros.Ativos internacionais se destacamQuem obteve os melhores resultados em junho foram os investidores com exposição a ativos internacionais. As bolsas norte-americanas continuaram em destaque, e a Nasdaq — bolsa de tecnologia dos Estados Unidos — registrou a melhor performance dos últimos anos no semestre encerrado.A tese das empresas de tecnologia e da inteligência artificial seguiu aquecida, com a SpaceX realizando a maior abertura de capital da história.No entanto, a pergunta que permanece no radar dos investidores é até quando a narrativa em torno da inteligência artificial continuará sustentando esse movimento.Moody’s: mudanças no clima podem cortar 20% do PIB do Brasil até 2050 Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.