Mistério: pai e filhos são executados a tiros na Zona da Mata mineira

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Belo Horizonte – Pai e filho foram assassinados, nessa sexta-feira (3/7), no Córrego Vargem Grande, na zona rural de Divino, na Zona da Mata de Minas Gerais. As vítimas tinham 50 e 29 anos, respectivamente. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso.De acordo com a Polícia Militar (PMMG), a ocorrência teve início após a filha do homem de 50 anos ir até a casa do pai. Como ele não respondia aos chamados, ela entrou no quarto e o encontrou desacordado, sem roupas. A princípio, acreditando que ele estivesse passando mal, a mulher ficou desesperada e chamou um tio.O homem entrou no quarto, percebeu que a vítima já estava morta e acionou a PM. Leia também Minas GeraisCasal morto em BH por diarista será homenageado neste sábado (4/7) Minas GeraisDelegado crê em mais vítimas de diarista que matou casal em BH: “Vive do crime” Minas GeraisDiarista presa por matar casal em BH chora na audiência de custódia Ao chegarem ao local, os militares constataram que o homem havia sido atingido por um disparo na parte de trás da cabeça. Enquanto aguardavam a chegada da perícia, equipes realizaram buscas nas proximidades.Durante as diligências, os policiais localizaram o corpo do filho da vítima, de 29 anos, próximo a um terreiro de café. A suspeita é de que o jovem tenha sido baleado enquanto tentava fugir.Ainda conforme a PM, pai e filho moravam na mesma residência. Os guarda-roupas dos dois estavam revirados, mas, até o momento, familiares não relataram o desaparecimento de objetos.Uma testemunha foi localizada pelos militares e relatou que estava na casa das vítimas pouco antes do crime. Segundo seu depoimento, o filho a havia convidado para beber no imóvel. Pouco depois de sua chegada, três homens encapuzados invadiram a casa e renderam os presentes.A testemunha afirmou que não viu o momento em que eles foram baleados, mas ouviu tiros.A Polícia Civil disse, por meio de nota, que a perícia deslocou à cena do crime onde coletou vestígios e informações para subsidiar a investigação e, em seguida, os corpos foram encaminhados ao Posto Médico-Legal (IML), em Muriaé, na mesma região, para exames de necropsia.