A operação pouco ortodoxa da Strategy com o bitcoin (BTC) e outros destaques da semana do Crypto Times

Wait 5 sec.

Olá, investidor e investidora de cripto! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa coluna semanal do Crypto Times, a editoria de bitcoin (BTC) e criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever no box abaixo:Quer ficar por dentro de tudo que acontece no mercado cripto?Receba a newsletter semanal do Crypto Times com as notícias mais quentes deste mercadoOBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.É comum ouvir o termo “pouco ortodoxo” no mercado financeiro em diversas frentes. Ser chamado de um “economista pouco ortodoxo” é quase um xingamento no quadrilátero da Faria Lima. “Ajustes pouco ortodoxos no balanço” — também carinhosamente chamado de contabilidade criativa — traz mais ou menos a mesma ideia. Mas “heterodoxo” nada mais quer dizer do que diferente, ainda que seu uso tenha ganhado a conotação negativa. Por exemplo: Michael Burry, médico cirurgião e investidor, ficou conhecido por suas operações fora do padrão (ou seja, heterodoxas) antes da crise financeira de 2008. A história o absolveu. Curiosamente, ele voltou a apostar na contramão de Wall Street, agora contra a inteligência artificial, mas isto é papo para outra história.Fato é que as operações heterodoxas do mercado só ganham validade após serem esfriadas pelo tempo. A história condena (ou absolve) na sequência. O nome de Phong Le pode ser colocado na fila para esse balanço histórico. Isso porque o CEO da Strategy defendeu a seguinte operação: vender algumas unidades de bitcoin (BTC) e, semanas depois, recomprá-las por um preço 30% maior. A operação inverte completamente a lógica do “compre na baixa e venda na alta” — no caso, venderam na baixa e compraram na alta. Mas Le não se intimidou ante a presença dos entrevistadores e disse que a operação faz, sim, sentido para a maior detentora de bitcoins de capital aberto no mundo. Confira aqui o que o CEO da empresa disse sobre a jogada. Fique agora com as notícias mais lidas da semana no Crypto Times. Um forte abraço, Renan Sousa, editor-assistente do Money Times. As mais lidas do bitcoin (BTC) e das criptomoedas no Crypto TimesStrategy volta a comprar US$ 370 milhões em bitcoin (BTC) e Michael Saylor comemora: ‘Estamos de volta’ O preço médio de aquisição foi de US$ 80.318 por unidade. A companhia de Michael Saylor agora detém um total de 845.050 BTCs, avaliados em cerca de US$ 66,1 bilhões. Com a mais recente aquisição, o um preço médio global das moedas ficou em de US$ 75.412 por bitcoin, por um custo total de aproximadamente US$ 63,73 bilhões, incluindo taxas e despesas. Leia mais. CEO da Coinext anuncia fim da exchange e cita questões regulatórias “Hoje, 3 de setembro de 2026, anunciamos o início do encerramento das atividades da Coinext como exchange de varejo”, escreveu José Arthur Ribeiro, CEO da exchange, em postagem no LinkedIn na manhã desta quinta-feira. Leia mais. ‘Kimchi prize’: Bitcoin (BTC) com ‘desconto’ reaparece na Coreia do Sul e anima mercado; saiba o que significa O preço do bitcoin em won (moeda sul-coreana) na Upbit — maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul, controlada pela Dunamu — apresentava, nesta terça-feira (1º) um prêmio de aproximadamente 1% em relação ao preço em dólares na Binance. Essa diferença é conhecida como “kimchi prize” (“Prêmio Kimchi”, em tradução livre, em referência à comida típica do país). Leia mais. Argentina é paraíso das criptomoedas: 94% das negociações são para converter a moeda em ‘dólar digital’, diz a16z Não é de hoje que os argentinos têm uma afeição especial pelo dólar. Acontece que a crise econômica que se arrasta desde o início dos anos 2020 — falando apenas dos problemas econômicos mais recentes, é claro — empurrou ainda mais pessoas para a versão digital da moeda norte-americana. Leia mais.