Enviados de Trump chegam à Ucrânia para negociações com Zelensky

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Steve Witkoff, enviado especial do presidente Donald Trump, e Jared Kushner, genro do líder norte-americano, estão na Ucrânia para apresentar uma nova proposta de paz para o conflito no Leste Europeu. Os dois dois chegaram ao país neste domingo (6/9).Os enviados de Trump foram recebidos pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e outras autoridades ucranianas.Antes do encontro com os norte-americanos, o líder ucraniano se reuniu com negociadores de Kiev, e afirmou que a Ucrânia está interessada em “aproximar o fim da guerra”.Esta é a primeira vez que Witkoff e Kushner, responsáveis por liderarem as mediações entre Rússia e Ucrânia, visitam Kiev.Veja a chegada de Witkoff e KushnerWe began talks.Почали перемовини.🇺🇦 🇺🇸 pic.twitter.com/UkJV6CzOag— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) September 6, 2026 Leia também MundoPutin ordena trégua em Kiev enquanto EUA apresenta acordo de paz MundoPutin diz não planejar mobilização militar e crê em acordo com a Ucrânia MundoZelensky diz estar disposto a suspender ataques à Rússia por três dias MundoZelensky propõe cessar-fogo aéreo à Rússia durante negociações com os EUA No sábado (5/9), os dois estiveram em Moscou, onde se reuniram com o presidente russo, Vladimir Putin.Os norte-americanos estão na Europa para apresentar uma nova proposta de paz idealizada pelo governo Trump. Os termos do acordo, contudo, ainda não são públicos. As negociações de paz entre Kiev e Moscou estão paralisadas desde meados de fevereiro, após o início da guerra no Irã. A interrupção aconteceu já que o principal mediador das discussões, os EUA, estava envolvido e focado em um conflito próprio.Antes disso, o governo Trump apresentou um plano de paz para a guerra no Leste Europeu em novembro do último ano. A implementação do mesmo, no entanto, esbarrou em divergências entre os dois lados envolvidos nas hostilidades.Os principais pontos que têm impedido o fim da guerra dizem respeito a questões territoriais, como a exigência russa de anexar áreas ocupadas após 2022, e os pedidos da Ucrânia por garantias de segurança para o futuro do país no pós-guerra.