Com a crise escalando no STF após as revelações das conversas entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, a campanha de Renan Santos (Missão) ao Palácio do Planalto promete intensificar a posição do presidenciável contra ministros da Corte.A ideia é que Renan acione o modo “full anti-sistema”. Ele deve investir no discurso de que uma ala do STF passou a tomar decisões ilegais em benefício próprio, além de prometer confrontar confrontar inconstitucionalidades do tribunal, se eleito.3 imagensFechar modal.1 de 3Ministro Alexandre de MoraesLUIS NOVA/METRÓPOLES@LuisGustavoNova2 de 3O ministro Dias ToffoliKEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 3Renan Santos concede entrevista coletiva em São PauloSamuel Pancher/MetrópolesA avaliação na campanha de Renan é de que, entre quase todos os presidenciáveis, o candidato do Missão é quem teria mais liberdade para apontar o dedo, na medida em que nenhum dos membros do partido teve relações com o dono do Banco Master.De todos os candidatos à Presidência da República, Renan é quem tem feito as críticas mais duras ao Supremo até agora. Após a divulgação das conversas de Vorcaro com Moraes, ele protocolou um pedido de impeachment contra o ministro. Leia também BrasilRenan Santos aciona Senado com pedido para impeachment de Moraes e Toffoli Igor GadelhaCom campanha restrita, Renan Santos planeja agenda no Nordeste Igor GadelhaIndicação de Renan vista como irregular atinge perfis de Lula e Flávio Igor GadelhaRenan Santos fez intensivão sobre Bukele antes de sabatina do JN Além disso, Renan é o candidato que mais teve problemas com o TSE até o momento. Por mais de 24 horas, ele teve suas redes sociais bloqueadas por decisão do ministro Dias Toffoli, por causa de falhas na informação de suas páginas na internet.O presidenciável do Missão também protocolou um pedido de impeachment contra Toffoli. No início do ano, o MBL, movimento que deu origem ao partido, convocou manifestações contra o ministro por sua relação comercial com Daniel Vorcaro.