Mulher e homem são resgatados com vida 10 dias após deslizamentos no Nepal

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Uma mulher e um homem foram resgatados com vida neste sábado (5/9) no Nepal, 10 dias após os deslizamentos que deixaram pelo menos 1.344 mortos.A mulher foi retirada da lama por uma equipe conjunta da Polícia Nacional do Nepal e da Força de Polícia Armada do Nepal. Ela foi localizada soterrada em uma casa na região de Betravati.मिति २०८३ भदौ २० गते नेपाल प्रहरी र सशस्त्र प्रहरी बल नेपालको संयुक्त टोलीले जिल्ला नुवाकोट विदुर १० वेत्रावतीबाट १ जना महिलालाई सकुशल उद्धार गरेको छ । pic.twitter.com/7St1H9bknq— Nepal Police (@NepalPoliceHQ) September 5, 2026Já o homem foi retirado de um dos túneis das hidrelétricas. Segundo o exército nepalês, o homem é estrangeiro. Um vídeo mostra o resgate feito com um helicóptero. Veja:#अपरत्रिशुली१ सुरङबाट विदेशी नागरिकको जीवितै उद्धार#NepaliArmy#BhotekoshiFlood pic.twitter.com/An7wxJJEOh— Nepali Army (@NepaliArmyHQ) September 5, 2026 Leia também ArtigosDesastre no Nepal: quando ajuda já não basta (por Mariana Caminha) MundoResgate em túnel do Nepal reacende esperança de sobreviventes CiênciaDegelo de montanhas é principal fator de risco em tragédias como a do Nepal MundoNepal: esperança por achar sobreviventes diminui; país busca se reerguer Segundo a polícia do Nepal, 4.886 pessoas ainda estão desaparecidas. Dessas, 2.930 são nacionais e 606, estrangeiros. Quase 8 mil agentes da polícia trabalham nas buscas.Ontem, dois trabalhadores das usinas hidrelétricas foram retirados com vida dos túneis.Deslizamentos no NepalO deslizamento que atingiu a região do Himalaia na semana passada foi causado pelo colapso de uma geleira. O impacto do colapso gerou um tremor equivalente à magnitude 5,2.Segundo a Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres (NDRRMA), mais de 20 mil casas vão precisar ser reconstruídas após o desastre.“A operação de busca e resgate continuará enquanto houver qualquer esperança de encontrar sobreviventes. Mesmo que não haja sobreviventes, recuperaremos os corpos”, disse Dharma Raj Upreti, chefe da NDRRMA, à Reuters nessa quinta-feira (3/9).