As ações da CVC (CVCB3), negociadas fora do Ibovespa (IBOV), disparam mais de 13% e figuram entre os papéis com melhor desempenho na B3 nesta quarta-feira (5).Por volta de 16h20 (horário de Brasília), CVCB3 subia 12,32%, a R$ 1,55. Mais cedo, os papéis atingiram a máxima intradia com salto de 13,04% (R$ 1,56). Acompanhe o Tempo Real. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "CVCB3", "CVCB3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "de7ca53"} ); Segundo analistas ouvidos pelo Money Times, a disparada das ações deve-se a um movimento técnico. “Não tem nada novo” sobre a companhia, afirmou Bruno Perri, sócio-fundador da Forum Investimentos. Desde janeiro, a CVCB3 acumula queda de 28,7%, em meio a um processo de reestruturação da companhia e recorrentes resultados fracos.Os investidores agora esperam novos números. A divulgação do balanço do segundo trimestre (2T26) da CVC está previsto para 12 de agosto, próxima quarta.No primeiro trimestre (1T26), a CVC registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 63,1 milhões no 1T26, revertendo o lucro de R$ 24 milhões obtido um ano antes. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 93,7 milhões nos três primeiros meses deste ano, queda de 10,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025, com margem de 25,7%. Em reação, os papéis caíram mais de 11% no dia seguinte ao resultado.