Polícia fecha fábrica clandestina de produtos da WePink em SP

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A Polícia Civil fechou, nesta quarta-feira (2), uma fábrica clandestina de produtos da marca WePink, no bairro Jardim Mônica, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.Os agentes apreenderam 230 caixas de produtos já prontos para a comercialização, cada uma contendo 48 unidades de perfumes e body splashes, falsificados da marca da influenciadora Virgínia Fonseca. No local, 13 pessoas foram presas em flagrante enquanto produziam os produtos, sendo sete homens e seis mulheres.A fábrica tinha uma ampla estrutura para a produção das mercadorias, incluindo maquinários, insumos e outros equipamentos utilizados no processo.  Leia Mais Equipe diz que Virginia foi notificada e apresentará defesa em processo Justiça procura Virginia para notificá-la sobre ação do Ministério Público Virginia e Cabo Verde: entenda acusações do MP em ação sobre bets Veja vídeos da fábrica:https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-03-at-13.32.58.mp4https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-03-at-13.32.57.mp4https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/09/WhatsApp-Video-2026-09-03-at-13.32.57-1.mp4Em nota, a SSP-SP informou que a as investigações começaram após a WePink apresentar uma notícia-crime à Polícia Civil. De acordo com a denúncia e as investigações, os cosméticos falsificados estavam sendo comercializados pelas redes sociais e presencialmente na região central da capital paulista. No imóvel, foram apreendidas 14 máquinas, entre elas equipamentos usados para encher e rosquear frascos, além de esteiras transportadoras e seis reservatórios industriais com capacidade para mil litros de substâncias. Os agentes ainda encontraram e apreenderam mais de 30 baldes contendo 20 litros de essência cada, materiais de papelão utilizados na confecção de caixas, embalagens e tampas. Um veículo e 15 celulares também foram recolhidos durante a ação.O caso foi registrado na 1ª Delegacia Seccional do Centro como associação criminosa, falsificação e adulteração de produtos terapêuticos e medicinais, além de localização e apreensão de veículo. A PC solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante em preventivas.Nas redes sociais, a WePink publicou um vídeo sobre o ocorrido, alertando seus consumidores a só comprarem pelos canais oficiais da marca.“Em produtos adquiridos fora dos nossos canais oficiais, não conseguimos garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção e armazenamento e, principalmente, o que realmente existe dentro daquela embalagem”, escreveram na publicação.Ver essa foto no InstagramUm post compartilhado por Wepink (@wepink.br) Veja nota completa na íntegra:“Ontem, a Polícia Civil de São Paulo prendeu integrantes de uma quadrilha e desmantelou uma fábrica clandestina que produzia produtos falsificados da Wepink.Os falsificadores copiavam informações, dados de fabricantes, lotes e detalhes dos nossos produtos para fazer o consumidor acreditar que estava comprando uma Wepink original.Por isso, queremos reforçar um alerta importante: se você quer um produto Wepink, compre pelos canais oficiais.Por trás de cada produto original Wepink existe desenvolvimento, controle de qualidade, procedência, segurança e todo o padrão que a nossa marca exige antes que ele chegue até você.Em produtos adquiridos fora dos nossos canais oficiais, não conseguimos garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção e armazenamento e, principalmente, o que realmente existe dentro daquela embalagem.Esteja atento. Um produto não é Wepink apenas porque parece ser Wepink.Produto Wepink original, com a segurança e o padrão que você conhece, é encontrado apenas nos nossos canais oficiais:Site oficialApp WepinkQuiosques WepinkLojas oficiais Wepink”Blaze nega ilegalidades em publicidades com Virgínia | CNN NOVO DIA