Tim Cook deixou o posto de CEO da Apple na terça-feira (1º), após 15 anos no cargo. Ele deu lugar a John Ternus, ex-vice-presidente sênior de engenharia de hardware.Em comunicado enviado à SEC (Securities and Exchange Commission), a gigante da maçã revelou quanto cada um dos executivos vai ganhar.Ternus terá remuneração anual de US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões). Em 2027, ele terá direito a uma concessão de valores de US$ 55 milhões (R$ 280,8 milhões).Desse número, 75% serão concedidos em forma de ações restritas vinculadas ao desempenho da Apple em relação às empresas do S&P 500. Os outros 25% são ações baseadas no tempo, que serão adquiridas semestralmente.Tim Cook segue na Apple, agora como presidente-executivo do conselho de administração. Ele receberá um salário anual de US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) a partir de 26 de setembro – US$ 1 milhão a menos de quando era CEO.Em 2027, Cook também tem direito a uma remuneração baseada em ações com valor-alvo de US$ 45 milhões (R$ 229,8 milhões). Nesse caso, o pacote está menos atrelado ao desempenho da empresa. Leia Mais iPhone 18, IA e pressão de Trump: o que esperar da Apple após troca de CEO Expectativa é que Apple volte a inovar Como Tim Cook transformou Apple em uma das empresas mais valiosas do mundo Os executivos da Apple também costumam receber bônus em dinheiro. A companhia não divulgou esses valores.Troca de comando na AppleCook anunciou que deixaria o comando da Apple após 15 anos em abril. Na época, ele indicou seu sucessor: John Ternus, de 50 anos, então vice-presidente sênior de engenharia de hardware.Na segunda-feira (31), o ex-CEO se despediu do cargo em carta aos funcionários. Ele agradeceu pela colaboração, destacou uma gestão de sucesso e endossou Ternus.O novo CEO assumiu às vésperas do lançamento do iPhone 18 e, possivelmente, do anúncio do primeiro celular dobrável da Apple.O sucessor pega a empresa em um momento de estabilidade, com resultados financeiros fortes, mas com o desafio de seguir com avanços em inteligência artificial e hardware, e lidar com a pressão dos Estados Unidos pela retirada da fabricação na China.Funcionários de big techs pedem que avanço de IA desacelere