O Ibovespa (IBOV) avança pela sexta sessão consecutiva com o dado da prévia da inflação mais benigno de agosto. Por volta de 10h23 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em com alta de 0,86%, aos 176.080,39 pontos. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "IBOV", "IBOV" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "d213dcf"} ); Já o dólar à vista operava em alta ante o real, na esteira do desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda operava a R$ 5,1596 (+0,37%), enquanto o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,20%, aos 99.111 pontos.Day Trade: Day trade: Compre Direcional (DIRR3) e venda Embraer (EMBJ3) para ganhar até 1,41% hoje (25), segundo a ÁgoraRadar do Mercado: Hapvida (HAPV3), Oncoclínicas (ONCO3), Bradesco (BBDC4) e outros destaques desta quarta (26)5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta quarta-feira (26)1 – IPCA-15 tem 1ª deflação do anoA prévia da inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), recuou 0,40% em agosto e fechou o período de 12 meses com alta acumulada de 4,24%. A última vez que o índice registrou deflação foi em agosto de 2025, de 0,14%.O número desacelerou na comparação mensal e anual, após alta de 0,06% em julho e de 4,52% no acumulado em 12 meses no mês anterior. O número indica que a inflação está dentro do teto da meta do Banco Central — de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos.A estimativa do mercado indicava uma queda de 0,30% para o IPCA-15 neste mês, de acordo com a mediana da pesquisa Projeções Broadcast. Para 12 meses, a projeção era de 4,34%.Leia mais: IPCA-15 registra deflação de 0,40% em agosto, mais intensa do que o esperado2 – Lula reduz vantagem em levantamento da IndexaO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança na corrida presidencial das eleições de 2026, com 39% das intenções de voto no primeiro turno, de acordo com levantamento da Indexa Pesquisas e divulgado nesta quarta. Ele é seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 34%.Na pesquisa, Lula variou 2 pontos porcentual negativamente ante os 41% de julho e o senador avançou 4 pontos sobre os 31% da pesquisa anterior. Com isso, a diferença entre ambos caiu de 10 para 5 pontos.Contra Flávio Bolsonaro, Lula manteve os 46% das intenções de voto, mesmo porcentual de junho e julho, e o senador conseguiu 41%, alta de 2 pontos, no segundo turno. Brancos e nulos representaram 5%, enquanto 2% estavam indecisos e 6% não votariam.Leia mais: Flávio Bolsonaro cresce, mas Lula mantém liderança e venceria adversários nos dois turnos, aponta Indexa Pesquisas3 – PCE acima do esperadoO Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) dos Estados Unidos subiu 0,2% em julho, segundo divulgado pelo Bureau of Economic Analysis (BEA) nesta quarta-feira.No acumulado do ano, a inflação preferida do Federal Reserve apontou para alta de 3,7% — acima da meta de 2% perseguida pelo banco central norte-americano.O dado veio ligeiramente acima do esperado pelos analistas da FactSet, que estimavam alta de 0,1% na comparação mensal e avanço de 3,6% no dado anual.O núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% no mês. No comparativo anual, o núcleo subiu 3,3%.Com isso, o mercado se dividiu mas apostas por alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) entre outubro e novembro. Leia mais: PCE: Inflação preferida do Fed avança e acumula alta de 3,7% no ano4 – Ormuz em focoUm acordo entre Irã e Omã sobre o Estreito de Ormuz ainda não foi finalizado, informou uma fonte iraniana de alto escalão à Reuters nesta quarta-feira, acrescentando que ambos os países ainda estavam trabalhando nos detalhes do acordo.Na véspera, a agência de notícias russa RIA Novosti informou que os Estados Unidos e o Irã haviam chegado a um acordo de cessar-fogo. Em reação, os preços do petróleo chegaram a cair 5% no pregão eletrônico na terça-feira (25).Por volta de 10h20 (horário de Brasília), o contrato mais líquido do Brent, referência para o mercado internacional, para outubro recuava 2,90%, a US$ 87,91 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.Já o contrato do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para outubro operavam com baixa de 3,11%, a US$ 82,37 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, no mesmo horário.5 – Tese de IA nas mãos da NvidiaA Nvidia (NVDA) publica seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26) no fechamento dos mercados desta quarta-feira (26) e os investidores devem voltar suas atenções para este número: US$ 200 bilhões.Esse montante se refere a uma possível exposição em créditos fora do balanço é o número que Wall Street estará de olho — mais do que a própria receita da empresa, que tem sido um dos pontos de destaque nos resultados.Voltando alguns passos, os vultosos gastos e investimentos com capital (capex) com teses de inteligência artificial (IA) são um dos pontos de atenção dos investidores para empresas do ramo de tecnologia.“Nosso cenário-base continua sendo de que os gastos com IA permanecerão robustos. Com base nas projeções mais recentes das empresas, elevamos nossa estimativa para os investimentos globais em capital voltados à IA para US$ 1,2 trilhão em 2027, ante cerca de US$ 900 bilhões em 2026″, escrevem os analistas do UBS BB.Leia mais: O número que importa no balanço da Nvidia (NVDA): Saiba o que esperar dos resultados da gigante de IAPor dentro dos mercadosReceba gratuitamente as newsletters do Money TimesOBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.*Com informações de Reuters