As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (26) em meio às expectativas para uma resolução diplomática da guerra no Oriente Médio, que levam os preços do petróleo para baixo, e no aguardo da divulgação do balanço da Nvidia, no fim da tarde da quarta.Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,07%, a 10.878,12 pontos. Em Frankfurt, o DAX ganhou 0,19%, a 26.315,91 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,27%, a 8.462,39 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,31%, a 52.882,99 pontos.Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,04%, a 20.063,87 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,01%, a 9.446,39 pontos. As cotações são preliminares. Leia Mais Petróleo passa a subir após perdas de ate 2% com guerra no radar Inflação nos EUA continua elevada em julho; PIB do 2º tri fica estável Governo arrecada R$ 3,1 bi com dividendos em 2026, abaixo do esperado O petróleo tem seu terceiro dia consecutivo de queda, após um acordo para o Estreito de Ormuz entre Teerã e Mascate alimentar expectativas de retomada em breve da navegação pela região, e movimentações diplomáticas para um possível entendimento entre Irã e EUA.Apesar da descompressão dos preços de energia, a dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Isabel Schnabel afirmou hoje que as taxas de juros precisam subir ainda mais, uma vez que a guerra Oriente Médio e a economia da zona do euro representam riscos de alta para a inflação.No radar também há grande expectativa pelo balanço da Nvidia, que será divulgado após o fechamento dos mercados em Wall Street. O setor de tecnologia europeu recuou quase 1% na espera, enquanto o setor de luxo (+0,7%) recuperou parte das perdas de terça-feira.Empresas ainda têm baixa confiança em Ormuz, diz analista | MORNING CALLA gigante alemã de software SAP cedeu cerca de 3% após o UBS rebaixar suas ações, citando o progresso de sua implementação de inteligência artificial agente.Segundo o Citi Bank, os bancos europeus estão prestes a se beneficiar do crescimento acelerado dos empréstimos entre empresas, já que elas estão começando a se alavancar novamente, com a dívida corporativa em relação ao PIB em mínimas de vários anos.(Com informações da Dow Jones Newswires)