Gabriel Souza participa de sabatina na Jovem Pan e detalha propostas para o RS

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O atual vice-governador do Rio Grande do Sul e candidato ao governo do estado pelo MDB, Gabriel Souza, participou nesta quarta-feira (26) de sabatina da Jovem Pan. Souza abordou temas como a reconstrução climática, o papel do Estado na economia, segurança pública e educação. Ele destacou que, se eleito, fará um governo de “evolução” e não uma mera cópia da atual gestão de Eduardo Leite.Questionado sobre sua relação com o atual governo, do qual faz parte, Gabriel Souza ressaltou o orgulho dos avanços conquistados nas áreas de educação (1º lugar no Ideb e Enem), saúde e queda da criminalidade. No entanto, rejeitou o rótulo de “Leite 3”, argumentando que cada governo possui seu próprio tempo e desafios. “Não farei uma terceira edição do governo atual, mas sim a primeira edição do governo Gabriel Souza, que será uma evolução de tudo o que fizemos”, afirmou.Souza também afirmou que não privatizará o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul). Ele destacou que o banco obteve o maior lucro de sua história (cerca de R$ 3 bilhões) no último ano, com metade desse valor indo para os cofres do Estado.O candidato também disse que irá criar a Secretaria de Estado da Defesa Civil. Ele destacou que o atual governo já quadruplicou o efetivo do órgão, comprou helicópteros, botes e radares, mas argumenta que elevar a Defesa Civil ao status de secretaria garantirá ainda mais agilidade e estrutura permanente.O candidato rebateu a afirmação de que o RS seria o “campeão nacional” de feminicídios, corrigindo que o estado lidera apenas na região Sul. Contudo, reconheceu a gravidade do problema.Sua principal proposta na área é criar uma matriz de risco de violência doméstica. O sistema cruzará dados de boletins de ocorrência, postos de saúde, assistência social (CRAS) e escolas. “Muitas vezes, a criança na escola ou o agente de saúde notam sinais de violência em casa. Se essas informações chegarem ao sistema, o Estado pode agir de forma preventiva antes que a tragédia aconteça”, explicou.Veja a entrevista completa: