Bianca Andrade sobre ser mulher periférica: “Não tem segunda chance”

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Bianca Andrade abriu o jogo sobre como a vivência como mulher periférica a fez aprender a encarar as oportunidades como únicas. A empresária, que é da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, explicou aos seguidores por que se dedica tanto aos projetos profissionais e revelou que precisou aprender a controlar a pressão que coloca sobre si mesma“Eu que sou mulher periférica. A gente não tem segunda chance. A gente mal tem uma. Então, a gente se dedica com unhas e dentes, tipo: ‘Minha única chance é essa’”, afirmou Bianca nas redes sociais.5 imagensFechar modal.1 de 5Bianca Andrade fala de diagnóstico de pielonefrite e alerta: "Grave"Instagram/Reprodução2 de 53 de 5Caso Bianca Andrade: prótese mamária pode atrapalhar a amamentação?Instagram/Reprodução4 de 5A influencer Bianca AndradeReprodução/Youtube5 de 5Bianca Andrade e Fred Bruno ao lado do filho, CrisReprodução/Instagram @bianca A declaração foi feita nesta segunda-feira (24/8), quando a empresária conversou com seguidores do Instagram sobre a preparação para a estreia no Dança dos Famosos. Bianca perdeu um dia de ensaios após ser hospitalizada, mas destacou que a determinação sempre foi uma característica dela.No entanto, Bianca disse também essa postura também pode se transformar em pressão e ansiedade. “Depois a gente até tem que controlar isso um pouco porque vira uma pressão, uma ansiedade, uma loucura na cabeça. Até hoje eu sou assim porque o seu cérebro fica sempre nesse estado de alerta”, explicou. Leia também CelebridadesBianca Andrade explica ausência no Dança dos Famosos após internação CelebridadesVoltaram? Sarah Poncio vai à festa de Jonathan Couto e gera rumores CelebridadesMarido de Cleo Pires revela por que casal desistiu de ter filhos CelebridadesJunior relata crises de pânico “bem pesadas” em meio à pressão pública A empresária também falou sobre a estrutura que conquistou ao longo da carreira. Atualmente, ela conta com uma equipe de mais de 50 pessoas para ajudá-la a conciliar as diferentes áreas da vida, inclusive os cuidados pessoais.“Hoje eu tenho esse grande privilégio e mérito, porque foi o que eu conquistei com meu trabalho e com a minha determinação. É muita gente envolvida fazendo essa orquestra dar certo e terapia. Depois dos 30, comecei a cuidar tanto de mim”, completou.